FTSE Russell: Ouro é essencial, mas IA e transição verde criam oportunidades maiores; $600B Gastos com IA até 2028

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De acordo com a FTSE Russell, embora o ouro continue sendo um pilar essencial de carteiras diante da incerteza geopolítica e de uma demanda elevada dos bancos centrais, investidores em commodities devem se concentrar cada vez mais em metais ligados à inteligência artificial e à transição global de energia. A pesquisa da empresa destaca que a crise energética no Oriente Médio acelerou mudanças estruturais em direção à energia renovável e à eletrificação, em vez de impulsionar a demanda por combustíveis fósseis no longo prazo. A FTSE Russell estima que os cinco maiores hiperescaleadores dos EUA vão gastar mais de US$ 600 bilhões com infraestrutura de IA neste ano, com investimento anual esperado para superar US$ 900 bilhões até 2028. A empresa aponta o cobre e a prata como principais beneficiários tanto da transição para a IA quanto da expansão de energia verde, observando que as ações de oportunidade ambiental superaram o desempenho do mercado acionário global mais amplo em 8,5 pontos percentuais no acumulado do ano. O aumento das taxas reais de juros segue como um obstáculo para o ouro, mas o risco geopolítico persistente e a continuidade das compras pelos bancos centrais devem manter o metal como uma alocação defensiva dentro de carteiras diversificadas.
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