Num relatório do Citibank, citado pela CoinDesk a 18 de maio, os avanços na computação quântica estão a acelerar mais rápido do que o esperado, encurtando o calendário para ameaças de segurança aos criptoativos. O banco identificou o Bitcoin como o que enfrenta maior exposição quântica devido a uma governação mais conservadora e a atualizações do protocolo mais lentas. Em particular, os endereços P2PK iniciais e carteiras com chaves publicamente expostas são vulneráveis a ataques quânticos. O Citibank estima que cerca de 65.000-69.000 BTC (aproximadamente um terço da oferta em circulação) estão em risco devido à computação quântica. O relatório indicou que o Ethereum e outras redes de prova de participação podem atualizar com mais frequência e podem ter mais flexibilidade para migrar para criptografia resistente à computação quântica.
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