A Corrente do Urso
(Ao som de “Borboleta Ama Flores”)
Através de florestas entrelaçadas onde as sombras brincam,
Uma corrente outrora brilhante agora sufocada por conflitos.
Garras chocam na escuridão, e ventos amargos decretam—
Quem reivindica a coroa oca da árvore?
Ainda assim, na toca onde a esperança se esgota,
Uma chama baixa arde sob a pele.
Embora o gelo possa prender tanto a raiz quanto o galho,
Uma lei permanece: A semente saberá.
Espere pelo amanhecer quando as sombras se dissiparem,
Quando cada elo encontrar seu coração.
Então, forte como pedra e claro como ar,
A corrente despertará
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