Segundo a Benzinga, em 24 de junho, a Qualcomm anunciou uma série de grandes marcos durante um dia do investidor em Nova York, levando várias empresas de Wall Street a elevar significativamente seus preços-alvo. O UBS elevou sua meta de US$ 170 para US$ 235; o RBC Capital aumentou para US$ 250, enquanto a Benchmark fixou em US$ 300. O JPMorgan elevou sua meta para US$ 265, e o Morgan Stanley — que antes classificava a ação como "venda" — elevou para "neutro" e aumentou seu alvo de US$ 146 para US$ 231, citando avaliações anteriores "completamente erradas".
O catalisador: a Qualcomm garantiu recentemente seu maior acordo de IA, com a ByteDance concordando em comprar milhões de chips de IA personalizados para data centers, fazendo a ação subir 12% no anúncio. No dia do investidor, o CEO Cristiano Amon projetou uma receita não relacionada a smartphones de US$ 40 bilhões até 2029 — quase o dobro da orientação anterior — com data centers de IA devendo contribuir com aproximadamente US$ 15 bilhões anualmente. A empresa também anunciou o processador de IA Dragonfly C1000 com lançamento em 2028, a aquisição da startup de IA Modular por US$ 3,9 bilhões e uma parceria com a Meta. A receita de chips automotivos atingiu um recorde de US$ 1,33 bilhão no último trimestre, alta de 38% ano a ano.