O fundo TCI, hedge fund liderado pelo financiador britânico Christopher Hohn, reduziu sua posição em Microsoft de 10% da carteira no fim do ano para 1% até o fim de março, segundo uma carta aos investidores. Hohn citou desenvolvimentos rápidos em inteligência artificial como fatores que geram incerteza sobre a posição competitiva da Microsoft, demonstrando preocupação em particular com as perspectivas para o Microsoft Office e com possíveis riscos para a Azure.
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