De acordo com a Capital.com, o ouro dominou as negociações de varejo na plataforma durante o segundo trimestre de 2026, representando 42,4% de um volume total de US$ 1,13 trilhão entre abril e junho. O instrumento mais ativamente negociado por uma margem significativa, o domínio do ouro refletiu três temas de mercado distintos: tensões geopolíticas e interrupções no transporte pelo Estreito de Hormuz em abril impulsionaram os traders em direção aos metais preciosos como refúgio seguro; as ações ganharam atenção em maio após resultados fortes no setor de tecnologia dos EUA; e em junho, expectativas de aumento nas taxas de juros do Federal Reserve levaram o ouro de volta a US$ 4.000 por onça, enquanto a volatilidade renovada do mercado de ações incentivou maior exposição a índices de ações.
O índice de tecnologia dos EUA (Tech 100) ficou em segundo lugar, com 25,9% do volume na plataforma, seguido pelo petróleo WTI (7,0%), Dow Jones 30 (4,8%) e DAX 40 (4,0%). Apesar de uma queda de 23,2% no volume total de negociações, o tamanho médio das operações aumentou 16%, passando de US$ 27.950 para US$ 32.418, indicando que os traders fizeram menos operações, mas de maior valor, à medida que as condições macroeconômicas se esclareceram.