O Citigroup muda o foco de "Magnificent Seven" para um cluster mais amplo de crescimento em IA em meio à rotação de 2026

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De acordo com estrategistas do Citigroup liderados por Scott Chronert, a estrutura do “Magnificent Seven” ficou ultrapassada para avaliar oportunidades de investimento em inteligência artificial (IA) nos EUA. O relatório mais recente do banco, divulgado em julho de 2026, argumenta que o “Magnificent Seven” está “morto” como estrutura para avaliar o momento de crescimento de large caps, citando uma divergência significativa no desempenho das ações entre as sete maiores empresas de tecnologia dos EUA — Amazon, Nvidia, Meta, Apple, Microsoft, Tesla e Alphabet.

O Citigroup recomenda que os investidores mudem o foco para um “Growth Cluster” mais amplo, que engloba ações tradicionais de megacap e empresas ligadas à infraestrutura de IA. Esse cluster atualmente representa mais de 50% do valor de mercado total do S&P 500 e contribui com aproximadamente 48% dos lucros do índice. O banco observa que, apesar das preocupações com avaliação, o P/L (preço sobre lucro) futuro em 12 meses do Growth Cluster segue atraente no 66º percentil do intervalo histórico de 30 anos, sustentado por expectativas fortes de crescimento dos lucros até 2027.

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