O projeto de discussão da Digital Asset Market Clarity Act classifica os tokens de rede como ativos não-ancilares (não valores mobiliários) se foram o principal ativo num ETF de mercado à vista negociado numa bolsa nacional até 1 de janeiro de 2026.
Esta “cláusula de grandfather” trata tokens qualificados como BTC e ETH — regulamentação mais leve, menos divulgações, menor risco de fiscalização.
Os beneficiários incluem XRP, SOL, LTC, HBAR, DOGE e LINK — todos com ETFs de mercado à vista ativos antes do limite.
Implicações otimistas: redução de obstáculos legais, aumento da adoção institucional, potenciais fluxos de entrada e impulso de preço para altcoins listadas em ETFs.
A marcação do Comitê de Bancos do Senado está agendada para 15 de janeiro de 2026; a aprovação pode desbloquear bilhões em capital para esses ativos.
Como observou a jornalista Eleanor Terrett, esses tokens são “tratados da mesma forma que BTC e ETH desde o primeiro dia.”
O projeto de discussão oficialmente divulgado da Digital Asset Market Clarity Act (CLARITY Act) está gerando forte otimismo no espaço cripto, especialmente para altcoins já apoiadas por fundos negociados em bolsa (ETFs) de mercado à vista em grandes bolsas dos EUA.
Uma disposição-chave (por volta da página 98 do projeto, referenciada como EHF26028 K27) classifica certos tokens de rede como ativos não-ancilares — e explicitamente não valores mobiliários sob disposições alteradas da Securities Act de 1933. Essa isenção aplica-se automaticamente se, até 1 de janeiro de 2026, o token servir como o principal (principal) ativo em um produto negociado em bolsa (como um ETF de mercado à vista) cujas ações estão listadas e negociadas numa bolsa de valores nacional (por exemplo, NYSE ou Nasdaq) registrada sob a Seção 6 da Securities Exchange Act de 1934.
Discussão do Projeto de Lei Clarity/ Fonte: @EleanorTerrett (X)
A jornalista Eleanor Terrett, da Crypto America, resumiu o impacto de forma sucinta no X hoje:
“Em outras palavras, sob este projeto de lei, $XRP, $SOL, $LTC, $HBAR, $DOGE, e $LINK são tratados da mesma forma que $BTC e $ETH desde o primeiro dia.”
Essa “cláusula de grandfather” oferece uma via rápida para regulamentação mais leve para tokens qualificados, poupando-os das pesadas exigências de divulgação e de possíveis ações de fiscalização da SEC que outros tokens poderiam enfrentar se classificados como valores mobiliários ou ativos não-ancilares. Por que isso é otimista para altcoins listadas em ETFs? A regra recompensa projetos que lançaram com sucesso ETFs de mercado à vista no final de 2025 — um processo que exige aprovação rigorosa da SEC, acordos de compartilhamento de vigilância e custódia de nível institucional. Tokens que atendem ao limite de 1 de janeiro de 2026 ganham:
Menores encargos de conformidade e riscos legais
Maior legitimidade aos olhos do mercado financeiro tradicional
Caminho mais fácil para fluxos institucionais e adoção mais ampla
SOL — Vários ETFs de mercado à vista (da Bitwise, Fidelity, Canary e outros) estavam negociando bem antes do limite, destacando o ecossistema de blockchain de alto desempenho da Solana.
XRP — Produtos de mercado à vista (incluindo ofertas da Canary, Franklin Templeton e Bitwise) entraram em operação em novembro de 2025 e foram negociados ativamente até 1 de janeiro, reforçando sua utilidade em pagamentos transfronteiriços.
Outros qualificadores como Litecoin (LTC), Hedera (HBAR), Dogecoin (DOGE) e Chainlink (LINK) também atendem aos critérios, posicionando-os ao lado de BTC e ETH para tratamento favorável.
A CLARITY Act visa criar uma estrutura regulatória clara dividindo a supervisão entre a SEC (para ativos de investimento) e a CFTC (para ativos digitais de commodities). Esta seção do projeto faz parte de discussões bipartidárias em andamento, com uma marcação do Comitê de Bancos do Senado agendada para 15 de janeiro de 2026.
Se aprovada conforme escrito, a disposição pode marcar um ponto de virada importante: tokens apoiados por ETFs estabelecidos ganham redução na fricção regulatória, potencialmente desbloqueando bilhões em capital institucional e impulsionando um maior impulso de preço para ativos como XRP e SOL.
O mercado acompanha de perto — este projeto de lei oficialmente divulgado pode ser a clareza que a indústria há muito espera.
Isenta tokens que eram o principal ativo em um ETF de mercado à vista (listado na NYSE/Nasdaq) até 1 de janeiro de 2026, de serem classificados como valores mobiliários ou ativos não-ancilares sob a Securities Act de 1933 alterada.
Principalmente XRP, SOL, LTC, HBAR, DOGE e LINK — além de BTC e ETH — pois tinham ETFs de mercado à vista como principal ativo negociando até o limite de 1 de janeiro de 2026.
Ela remove os pesados requisitos de divulgação da SEC, reduz os riscos regulatórios e sinaliza legitimidade às instituições, potencialmente impulsionando mais fluxos de entrada em ETFs e adoção.
A marcação do Comitê de Bancos do Senado está agendada para 15 de janeiro de 2026, com possíveis emendas antes de avançar.
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