#Gate直通IPO认购SpaceX SpaceX ainda não abriu o mercado, mas o mercado já valoriza em 165 dólares! Hoje à noite, o IPO da SPCX será lançado, seja para fazer short ou long, tudo IN CLUIR!
Muita gente pensa que o IPO da SpaceX é sobre vender foguetes, mas na verdade a SpaceX vende outro tipo de coisa: transporte orbital, internet via satélite, poder de computação AI, infraestrutura elétrica e a futura rede logística lunar. É a primeira vez que o mercado de capitais coloca na bolsa o “sistema operacional da economia espacial”.
Na realidade, a Wall Street está pela primeira vez precificando bases lunares futuras, colonização de Marte, centros de dados orbitais e infraestrutura de IA. Enquanto o mundo espera o toque de campainha da SpaceX na Nasdaq, uma conta misteriosa chamada “wenyu8888888” de repente aposta toda a sua verba de 5,7 milhões de dólares. Não para comprar, mas para fazer uma venda a descoberto total. Os vendedores a descoberto acreditam que US$ 1,75 trilhão é o preço antecipado para 2032; os compradores acreditam que, se o Starship for bem-sucedido, a SpaceX de 2032 não pode ser avaliada pelos modelos comerciais atuais.
Até o momento, as informações públicas indicam que o IPO da SpaceX foi aproximadamente 4 vezes oversubscribed, um IPO de grande destaque na história, mas ainda não atingiu os rumores de 10 ou 20 vezes. Alguns brincam que é o maior “caso de captação de recursos” da história! Apesar de o preço de emissão ter sido fixado em US$ 135, na noite anterior ao lançamento o mercado já tinha dado um valor mais alto — US$ 165! Esse número não vem da fonte oficial da empresa, mas é uma validação dupla entre o preço-alvo dos analistas de Wall Street e o preço de negociação no mercado de balcão.
O renomado analista de tecnologia Pierre Ferragu deu um preço-alvo de US$ 165, e algumas instituições chegaram a ver US$ 190. Nos mercados de previsão e plataformas de derivativos, os contratos relacionados à SpaceX também chegaram a ser negociados entre US$ 163 e US$ 167.
Ao mesmo tempo, a subscrição do IPO superou 4 vezes o volume emitido, demonstrando forte demanda institucional. Antes mesmo da SpaceX abrir oficialmente, várias gestoras de fundos já lançaram produtos de investimento e produtos alavancados relacionados à SpaceX, incluindo planos de ETFs com alavancagem de 2x para comprar SpaceX. Essa situação, rara na história dos IPOs, mostra que a Wall Street já está construindo um ecossistema de investimento completo em torno da SpaceX.
Segundo a experiência histórica, uma oversubscription acima de 4 vezes combinada com alavancagem geralmente indica que o mercado espera uma grande margem de valorização no primeiro dia. Assim, o foco dos investidores já não é mais se US$ 135 é caro ou barato, mas se a SpaceX pode ultrapassar US$ 160 e desafiar avaliações mais altas. Com US$ 165, a capitalização de mercado ultrapassaria US$ 2 trilhões. O mercado de capitais já aposta não só na missão de lançamento de foguetes, mas na rede global de comunicação Starlink, na infraestrutura de IA orbital e na economia lunar e marciana que o Starship abrirá.
De certa forma, US$ 135 foi o preço de emissão dado pelos bancos de investimento, enquanto US$ 165 é a primeira precificação pública para a era da infraestrutura espacial futura.
O IPO da SpaceX foi precificado em US$ 135, com uma avaliação de cerca de US$ 1,75 trilhão. A variável central não é o fundamental, mas a circulação extremamente baixa (cerca de 4,3%). Após cerca de 15 dias de negociação, entra em um ponto-chave: em 7 de julho, o Nasdaq 100 será oficialmente incluído, junto com índices como CRSP/FTSE, que precisarão ajustar suas posições de forma passiva, comprando obrigatoriamente com base na quantidade de circulação livre, gerando uma pressão de compra de cerca de US$ 80 a US$ 180 bilhões. Com a circulação bloqueada, essa fase teoricamente cria um “vácuo de ações + compressão de fundos passivos”, ampliando a elasticidade de preço no curto prazo.
O segundo ponto-chave ocorre no final de julho (por volta de 22 ou 29 de julho), dois dias após o relatório financeiro do Q2, quando cerca de 30% dos primeiros acionistas terão suas ações desbloqueadas. Como Elon Musk detém aproximadamente metade dessas ações e há um período de lock-up de um ano, a pressão de venda real será reduzida para cerca de 10 a 15%. Essa fase muda o mercado de “compra pura” para um “reequilíbrio marginal de oferta e demanda”, aumentando a volatilidade. Esses dois momentos representam uma estrutura de arbitragem temporal baseada em “compra passiva de índices → vácuo de liquidez → impacto do desbloqueio”, e não um modelo tradicional de precificação fundamental.
Hoje à noite, você vai ficar na dúvida: fazer short ou long? O que acha?
Muita gente pensa que o IPO da SpaceX é sobre vender foguetes, mas na verdade a SpaceX vende outro tipo de coisa: transporte orbital, internet via satélite, poder de computação AI, infraestrutura elétrica e a futura rede logística lunar. É a primeira vez que o mercado de capitais coloca na bolsa o “sistema operacional da economia espacial”.
Na realidade, a Wall Street está pela primeira vez precificando bases lunares futuras, colonização de Marte, centros de dados orbitais e infraestrutura de IA. Enquanto o mundo espera o toque de campainha da SpaceX na Nasdaq, uma conta misteriosa chamada “wenyu8888888” de repente aposta toda a sua verba de 5,7 milhões de dólares. Não para comprar, mas para fazer uma venda a descoberto total. Os vendedores a descoberto acreditam que US$ 1,75 trilhão é o preço antecipado para 2032; os compradores acreditam que, se o Starship for bem-sucedido, a SpaceX de 2032 não pode ser avaliada pelos modelos comerciais atuais.
Até o momento, as informações públicas indicam que o IPO da SpaceX foi aproximadamente 4 vezes oversubscribed, um IPO de grande destaque na história, mas ainda não atingiu os rumores de 10 ou 20 vezes. Alguns brincam que é o maior “caso de captação de recursos” da história! Apesar de o preço de emissão ter sido fixado em US$ 135, na noite anterior ao lançamento o mercado já tinha dado um valor mais alto — US$ 165! Esse número não vem da fonte oficial da empresa, mas é uma validação dupla entre o preço-alvo dos analistas de Wall Street e o preço de negociação no mercado de balcão.
O renomado analista de tecnologia Pierre Ferragu deu um preço-alvo de US$ 165, e algumas instituições chegaram a ver US$ 190. Nos mercados de previsão e plataformas de derivativos, os contratos relacionados à SpaceX também chegaram a ser negociados entre US$ 163 e US$ 167.
Ao mesmo tempo, a subscrição do IPO superou 4 vezes o volume emitido, demonstrando forte demanda institucional. Antes mesmo da SpaceX abrir oficialmente, várias gestoras de fundos já lançaram produtos de investimento e produtos alavancados relacionados à SpaceX, incluindo planos de ETFs com alavancagem de 2x para comprar SpaceX. Essa situação, rara na história dos IPOs, mostra que a Wall Street já está construindo um ecossistema de investimento completo em torno da SpaceX.
Segundo a experiência histórica, uma oversubscription acima de 4 vezes combinada com alavancagem geralmente indica que o mercado espera uma grande margem de valorização no primeiro dia. Assim, o foco dos investidores já não é mais se US$ 135 é caro ou barato, mas se a SpaceX pode ultrapassar US$ 160 e desafiar avaliações mais altas. Com US$ 165, a capitalização de mercado ultrapassaria US$ 2 trilhões. O mercado de capitais já aposta não só na missão de lançamento de foguetes, mas na rede global de comunicação Starlink, na infraestrutura de IA orbital e na economia lunar e marciana que o Starship abrirá.
De certa forma, US$ 135 foi o preço de emissão dado pelos bancos de investimento, enquanto US$ 165 é a primeira precificação pública para a era da infraestrutura espacial futura.
O IPO da SpaceX foi precificado em US$ 135, com uma avaliação de cerca de US$ 1,75 trilhão. A variável central não é o fundamental, mas a circulação extremamente baixa (cerca de 4,3%). Após cerca de 15 dias de negociação, entra em um ponto-chave: em 7 de julho, o Nasdaq 100 será oficialmente incluído, junto com índices como CRSP/FTSE, que precisarão ajustar suas posições de forma passiva, comprando obrigatoriamente com base na quantidade de circulação livre, gerando uma pressão de compra de cerca de US$ 80 a US$ 180 bilhões. Com a circulação bloqueada, essa fase teoricamente cria um “vácuo de ações + compressão de fundos passivos”, ampliando a elasticidade de preço no curto prazo.
O segundo ponto-chave ocorre no final de julho (por volta de 22 ou 29 de julho), dois dias após o relatório financeiro do Q2, quando cerca de 30% dos primeiros acionistas terão suas ações desbloqueadas. Como Elon Musk detém aproximadamente metade dessas ações e há um período de lock-up de um ano, a pressão de venda real será reduzida para cerca de 10 a 15%. Essa fase muda o mercado de “compra pura” para um “reequilíbrio marginal de oferta e demanda”, aumentando a volatilidade. Esses dois momentos representam uma estrutura de arbitragem temporal baseada em “compra passiva de índices → vácuo de liquidez → impacto do desbloqueio”, e não um modelo tradicional de precificação fundamental.
Hoje à noite, você vai ficar na dúvida: fazer short ou long? O que acha?



















