De acordo com a KBS, o chefe do Gabinete de Políticas da Presidência da Coreia do Sul, Kim Yong-beom, rejeitou, a 19 de julho, a retirada forçada da cotação dos ETFs alavancados sobre uma única ação, invocando a forte participação dos investidores e mais de 10 biliões de won sul-coreano em dimensão de produto. Sublinhou que a retirada obrigatória da cotação provocaria uma perturbação significativa no mercado e levaria à absorção da pressão vendedora. Kim confirmou que medidas regulatórias recentes — incluindo o aumento dos requisitos de margem para 30 milhões de won sul-coreano em numerário e a definição de uma unidade mínima de negociação de 20 ações — responderam ao feedback do mercado e deverão mitigar substancialmente os efeitos colaterais.
Kim afirmou também que os produtos alavancados amplificam o impacto no mercado durante as fases de queda, exigindo uma coordenação adicional entre reguladores, gestores de ativos e corretores para minimizar a perturbação em períodos específicos e reduzir a divergência entre o valor líquido do ETF e os preços efetivos de fecho.