De acordo com o último relatório da Citi, as ações tecnológicas do grupo “Magnificent Seven” já não são um quadro de referência adequado para avaliar o dinamismo de crescimento de grande capitalização, e a empresa está a mudar o foco para um mais abrangente “Growth Cohort” que abrange seis indústrias. O ETF das Magnificent Seven (MAGS-US) só ganhou 1% em termos acumulados no ano em 2026, muito aquém da subida de 9% do S&P 500.
O Growth Cohort da Citi, que representa cerca de metade da capitalização bolsista do S&P 500, prevê-se que contribua com aproximadamente 48% dos lucros empresariais do índice nos próximos 12 meses. O grupo avançou 24,7% no 2.º trimestre e 11,8% no acumulado do ano, superando os ganhos homólogos do índice alargado, de 14,9% e 10,1%. A empresa estima que cerca de 55% das componentes do S&P 500 estão diretamente expostas às tendências de IA, com a procura por semicondutores e hardware sustentada por despesas de capital em IA em curso.