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Há algo que vem acontecendo há algum tempo e cada vez fica mais claro: os BRICS estão movendo ficha séria para se livrar do dólar. A Rússia acaba de lançar uma emissão de títulos de 2,8 bilhões denominados em renminbi, a moeda da China, e isso não é um detalhe menor se você entende o que está acontecendo no fundo.
A jogada é interessante porque a Rússia aproveitou as taxas de juros mais baixas que a China oferece para se financiar, mas o importante está em outro lado: toda a operação foi executada usando a infraestrutura de liquidação e contabilidade russa, sem intermediários externos. Ou seja, a Rússia e a China estão construindo seus próprios canais financeiros paralelos.
O ministro de finanças russo, Anton Siluanov, foi bastante explícito sobre isso. Mencionou que a emissão criou um benchmark soberano que vai servir como referência para empresas e vai aprofundar a cooperação financeira bilateral. Tradução: estão estabelecendo as bases para que mais operações comerciais entre ambos os países sejam feitas diretamente em renminbi, sem tocar nos dólares.
O que me parece relevante é que grande parte do Fundo Nacional de Riqueza da Rússia, que ronda os 50 bilhões, já está denominado na moeda da China. Isso significa que as empresas russas têm acesso a financiamento mais barato quando operam em renminbi. É um incentivo estrutural para abandonar o dólar.
A moeda da Rússia e da China está ganhando terreno nas transações bilaterais, e isso que vimos com os títulos é apenas mais um passo nessa direção. Os investidores estrangeiros também puderam participar na emissão, então não é um mercado fechado, mas a mensagem está clara: a infraestrutura financeira entre Rússia e China está desacoplada do sistema dolarizado. É um daqueles movimentos que provavelmente não geram grandes manchetes, mas quando você vê de uma perspectiva ampla, faz parte de uma mudança estrutural bastante profunda na forma como se financia o comércio internacional.