Acabei de ver que a HUB Cyber Security trouxe Shlomo Bibas para seu conselho como membro independente. O cara tem mais de 20 anos de experiência em tecnologia e cibersegurança, anteriormente liderou operações na Woodbridge e foi CIO na Celestica, que fatura cerca de $9 bilhões em receita. Não é nada mal para uma contratação de conselho, honestamente.



Então, Shlomo Bibas também está presidindo agora o comitê de remuneração deles, o que indica que eles estão levando a governança a sério. Faz sentido se eles estiverem buscando expansão global—investidores institucionais provavelmente querem ver esse tipo de estrutura implementada.

O negócio é que, lendo nas entrelinhas, eles também estão lidando com alguns ventos contrários reais. Preocupações com liquidez, questões geopolíticas com a situação Israel-Hamas afetando as operações, competição aquecendo. Mas trazer alguém como Shlomo Bibas, com esse histórico, sugere que a gestão acha que consegue navegar por isso. Resta saber se o mercado concorda, essa é outra história. Vocês acham que esse tipo de movimento no conselho realmente faz diferença para uma empresa de cibersegurança?
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