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Sabe, a história dos Winklevoss sempre despertou interesse. Cameron e Tyler começaram como típicos caras de Harvard, que supostamente criaram uma rede social antes do Zuckerberg. No final, uma trama judicial, 65 milhões em 2008, e até um filme sobre eles foi lançado. Mas isso foi apenas o começo.
O que é interessante — esses caras não ficaram apenas na compensação. Os irmãos Winklevoss investiram dinheiro sério em Bitcoin, quando ainda não era mainstream. Paralelamente, eles participaram das Olimpíadas de 2008 em Pequim como remadores (verdade, sexta colocação), mas esses já são detalhes.
Em 2014, Cameron e Tyler lançaram a Gemini — uma exchange de criptomoedas que rapidamente conquistou reputação como uma das plataformas mais confiáveis nos EUA. Eles não criaram apenas mais uma exchange, mas construíram um ecossistema: Gemini Dollar como stablecoin, marketplace de NFTs, tudo mais. E o mais importante — eles não abandonaram a ideia, continuam ativamente desenvolvendo o projeto.
Hoje, os Winklevoss já são bilionários, principalmente graças às apostas iniciais em Bitcoin. Cameron e Tyler constantemente fazem lobby por um ETF de Bitcoin nos EUA, o que facilitaria o acesso de investidores tradicionais às criptomoedas. O preço do BTC agora fica em torno de 74,7 mil com uma leve alta.
A posição pública deles é clara — descentralização, independência financeira através de cripto, tecnologias de blockchain. Participam de conferências, comentam na mídia. Os irmãos Winklevoss praticamente se tornaram símbolos de como é possível se reorientar do Web2 para o Web3 sem perder influência.
Na verdade, o caminho deles é exemplar: de batalhas judiciais nos anos 2000 ao status de figuras-chave na revolução cripto. Se você se interessa por histórias de sucesso em criptomoedas, a história dos Winklevoss é um dos exemplos mais interessantes. No Gate, dá para conferir as cotações atuais do BTC e de outros ativos, caso queira acompanhar a lógica de investimento deles.