A deslocação diária de comboio de alta velocidade entre cidades está, na sua essência, a passar de uma “ocorrência isolada” para uma opção viável com potencial de implementação.


Vamos analisar a estrutura temporal:
Dentro de uma cidade de primeira linha, desde uma extremidade até à outra, pode já ser necessário mais de uma hora, o que se aproxima do custo de tempo de um deslocamento de comboio de alta velocidade de curta distância. A diferença entre “entre cidades” e “entre regiões” em termos de dimensão temporal não é assim tão grande.
Vamos analisar a estrutura de custos:
As cidades satélite próximas de uma cidade de primeira linha frequentemente têm preços de habitação várias vezes superiores. Quando o custo de vida e o tempo de deslocação podem ser reconfigurados, “morar fora e trabalhar no centro” torna-se numa opção calculável, e não numa decisão emocional.
O preço do transporte é uma variável-chave:
Assim que os bilhetes de comboio de alta velocidade começarem a oferecer preços mais baixos fora dos horários de ponta ou de deslocação, ou até estabelecerem um mecanismo de bilhetes de deslocação regular, o custo marginal de deslocação entre cidades será ainda mais comprimido.
Por trás disto há uma mudança estrutural:
O tempo de diferença está a ser comprimido, a disparidade de preços de habitação está a ser ampliada, e o custo de transporte tem espaço para diminuir.
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