Embora pareçam semelhantes, o CBR está a fazer uma distinção tática clara: Ruble Digital (CBDC): Isto é uma responsabilidade direta do Banco Central. A sua implementação em massa está prevista para começar em setembro de 2026, direcionada a pagamentos ao retalho e pagamentos sociais do governo. Stablecoin Nacional: Provavelmente será uma emissão do setor privado (por exemplo, por grandes bancos como Sber ou VTB) apoiada por reservas e rigorosamente supervisionada pelo CBR. É essencialmente "dinheiro bancário programável" concebido para comércio B2B de alta velocidade e transações transfronteiriças, onde uma CBDC pode ser demasiado rígida ou faltar os ganchos de liquidez necessários. ⚖️ A "Dentes" Regulamentares O CBR não está apenas a pesquisar; estão a preparar uma base legislativa. Até 1 de julho de 2026, espera-se que um novo quadro legal seja finalizado que: Classifique as stablecoins como "ativos de moeda" (o que significa que podem ser compradas/vendidas, mas provavelmente ainda não será possível comprar café com elas a nível doméstico). Estabeleça requisitos de respaldo 1:1 e transparência obrigatória de reservas. Introduza protocolos rigorosos de AML/KYC para garantir que esses ativos não contornem os controles de capital. 🌐 O Precedente "A7A5" Vale a pena notar que o mercado não está à espera de o CBR terminar o seu estudo. Em início de 2026, experimentos privados como o A7A5 (um token atrelado ao rublo usado no sistema de pagamento A7) já começaram a facilitar o comércio "à prova de sanções". O estudo de 2026 é, em muitos aspetos, o CBR a tentar trazer esta atividade do "Velho Oeste" para um curral controlado e supervisionado pelo Estado.
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#TrumpAnnouncesNewTariffs 🛠 A distinção entre "Stablecoin vs. CBDC"
Embora pareçam semelhantes, o CBR está a fazer uma distinção tática clara:
Ruble Digital (CBDC): Isto é uma responsabilidade direta do Banco Central. A sua implementação em massa está prevista para começar em setembro de 2026, direcionada a pagamentos ao retalho e pagamentos sociais do governo.
Stablecoin Nacional: Provavelmente será uma emissão do setor privado (por exemplo, por grandes bancos como Sber ou VTB) apoiada por reservas e rigorosamente supervisionada pelo CBR. É essencialmente "dinheiro bancário programável" concebido para comércio B2B de alta velocidade e transações transfronteiriças, onde uma CBDC pode ser demasiado rígida ou faltar os ganchos de liquidez necessários.
⚖️ A "Dentes" Regulamentares
O CBR não está apenas a pesquisar; estão a preparar uma base legislativa. Até 1 de julho de 2026, espera-se que um novo quadro legal seja finalizado que:
Classifique as stablecoins como "ativos de moeda" (o que significa que podem ser compradas/vendidas, mas provavelmente ainda não será possível comprar café com elas a nível doméstico).
Estabeleça requisitos de respaldo 1:1 e transparência obrigatória de reservas.
Introduza protocolos rigorosos de AML/KYC para garantir que esses ativos não contornem os controles de capital.
🌐 O Precedente "A7A5"
Vale a pena notar que o mercado não está à espera de o CBR terminar o seu estudo. Em início de 2026, experimentos privados como o A7A5 (um token atrelado ao rublo usado no sistema de pagamento A7) já começaram a facilitar o comércio "à prova de sanções". O estudo de 2026 é, em muitos aspetos, o CBR a tentar trazer esta atividade do "Velho Oeste" para um curral controlado e supervisionado pelo Estado.