A conversa sobre stablecoins nos Estados Unidos está a entrar numa nova fase. Relatórios sugerem que a Casa Branca está a analisar de perto como os emissores de stablecoins geram rendimento — e se o modelo atual deve mudar sob as próximas regulamentações. 💰 De onde vem o rendimento? Principais emissores de stablecoins como a Tether (USDT) e a Circle (USDC) detêm bilhões de dólares em reservas, maioritariamente investidas em Títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo e ativos equivalentes a dinheiro. Devido às taxas de juro terem permanecido relativamente elevadas nos últimos anos, estas reservas geram um rendimento substancial. Atualmente: 🏦 Os emissores mantêm a maior parte (ou toda) do rendimento de juros 👤 Os utilizadores normalmente não recebem rendimento direto 🏛 Reguladores estão agora a questionar se esta estrutura é sustentável 🔍 Questões-chave de política em discussão 1️⃣ Devem os emissores de stablecoins ser autorizados a reter todo o juro ganho sobre as reservas? 2️⃣ Devem os utilizadores receber rendimento, semelhante a contas de poupança ou fundos do mercado monetário? 3️⃣ Poderá o governo dos EUA impor novas regras, impostos ou modelos de partilha de reservas? 4️⃣ A partilha de rendimento tornaria as stablecoins concorrentes diretos dos bancos tradicionais? 🏛 Porque isto importa As stablecoins já não são uma ferramenta de nicho no mundo cripto. Elas agora funcionam como: 💳 Um dólar digital para pagamentos globais 🌍 Uma ponte entre as finanças tradicionais e a DeFi 📈 Uma fonte importante de liquidez em várias trocas Se novas regulamentações exigirem redistribuição de rendimento ou regras mais rígidas de reservas, isso pode: Reduzir a rentabilidade dos emissores Aumentar a transparência Reforçar a confiança dos utilizadores
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A conversa sobre stablecoins nos Estados Unidos está a entrar numa nova fase. Relatórios sugerem que a Casa Branca está a analisar de perto como os emissores de stablecoins geram rendimento — e se o modelo atual deve mudar sob as próximas regulamentações.
💰 De onde vem o rendimento?
Principais emissores de stablecoins como a Tether (USDT) e a Circle (USDC) detêm bilhões de dólares em reservas, maioritariamente investidas em Títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo e ativos equivalentes a dinheiro.
Devido às taxas de juro terem permanecido relativamente elevadas nos últimos anos, estas reservas geram um rendimento substancial. Atualmente:
🏦 Os emissores mantêm a maior parte (ou toda) do rendimento de juros
👤 Os utilizadores normalmente não recebem rendimento direto
🏛 Reguladores estão agora a questionar se esta estrutura é sustentável
🔍 Questões-chave de política em discussão
1️⃣ Devem os emissores de stablecoins ser autorizados a reter todo o juro ganho sobre as reservas?
2️⃣ Devem os utilizadores receber rendimento, semelhante a contas de poupança ou fundos do mercado monetário?
3️⃣ Poderá o governo dos EUA impor novas regras, impostos ou modelos de partilha de reservas?
4️⃣ A partilha de rendimento tornaria as stablecoins concorrentes diretos dos bancos tradicionais?
🏛 Porque isto importa
As stablecoins já não são uma ferramenta de nicho no mundo cripto. Elas agora funcionam como:
💳 Um dólar digital para pagamentos globais
🌍 Uma ponte entre as finanças tradicionais e a DeFi
📈 Uma fonte importante de liquidez em várias trocas
Se novas regulamentações exigirem redistribuição de rendimento ou regras mais rígidas de reservas, isso pode:
Reduzir a rentabilidade dos emissores
Aumentar a transparência
Reforçar a confiança dos utilizadores