Quando a especialista financeira Suze Orman discute os melhores investimentos passivos, ela aponta para uma realidade frequentemente negligenciada: nem todas as fontes de rendimento são criadas iguais. Enquanto muitas pessoas sonham em alcançar a independência financeira através de vários canais passivos, as décadas de experiência de Orman como conselheira financeira e cofundadora da plataforma de poupança de emergência SecureSave a levaram a defender uma abordagem acima das outras — e, ao mesmo tempo, alertar contra uma categoria de investimento outrora sagrada.
A distinção entre rendimento ganho e rendimento passivo molda fundamentalmente as estratégias de construção de riqueza. Rendimento ganho exige o seu tempo e esforço, enquanto rendimento passivo continua a fluir independentemente das suas atividades diárias. Construir múltiplas fontes de rendimento tornou-se cada vez mais crucial no clima económico atual, e compreender quais os melhores investimentos passivos que realmente entregam valor importa mais do que nunca.
O Caso das Ações de Dividendos e ETFs como Melhores Investimentos Passivos
A recomendação principal de Orman para os melhores investimentos passivos centra-se em ações que pagam dividendos e fundos negociados em bolsa (ETFs). Estes instrumentos oferecem algo cada vez mais raro no mercado atual: retornos previsíveis e recorrentes aos acionistas sem necessidade de gestão ativa.
“Comece a investir em ações que pagam dividendos ou ETFs”, aconselha Orman. O aspecto convincente da sua recomendação reside no ambiente de rendimento atual. “Existem muitas ações agora que pagam 5% ou 6% ou mais”, explica, destacando o panorama de retorno atrativo disponível para investidores disciplinados.
O que torna esta abordagem particularmente poderosa é a sua escalabilidade através do estratégia de dollar-cost averaging — ou seja, investir quantias fixas em intervalos regulares, independentemente das condições do mercado. “Se continuar a fazer dollar cost averaging nelas, pode construir um portefólio tremendo — especialmente com ações fracionadas — até ficar mais velho”, observa Orman. Esta disciplina mecânica elimina a emoção do investimento e acumula riqueza de forma constante ao longo de décadas.
Orman aponta especificamente para os aristocratas do dividendo — empresas com décadas de pagamentos de dividendos consistentes — como alvos de investimento exemplares. Empresas estabelecidas como Walgreens Boots Alliance (WBA), 3M (MMM), IBM (IBM) e Chevron (CVX) enquadram-se neste perfil. Estas organizações resistiram a múltiplos ciclos de mercado, mantendo retornos aos acionistas, oferecendo tanto estabilidade de rendimento quanto potencial de valorização do capital. A beleza desta abordagem de melhores investimentos passivos é a sua resiliência: “Você pode ter um portefólio que gere dividendos tremendos sem se preocupar se os mercados sobem ou descem, porque a sua renda estaria a aumentar — especialmente se investir nos aristocratas.”
Porque o Imobiliário Já Não é Considerado um Rendimento Passivo Confiável
Tradicionalmente, o imobiliário ocupava o topo das recomendações de investimentos passivos. Terrenos, propriedades de aluguer e REITs prometiam ativos tangíveis e fluxo de caixa constante. No entanto, Orman acredita que esta sabedoria convencional se tornou perigosamente desatualizada.
A sua principal preocupação centra-se no aumento dos custos de manutenção de imóveis, especialmente seguros. “Eu recomendaria ter cuidado ao considerar o imobiliário como um investimento passivo”, alerta Orman. A economia mudou drasticamente: “Se olhar para o que está a acontecer com os prémios de seguros de habitação, já não é uma questão de se pode ou não pagar uma casa. Agora é se consegue pagar e manter.”
Os números contam uma história impressionante. Proprietários que anteriormente pagavam cerca de 2.000€ por ano em seguros agora enfrentam contas superiores a 10.000€ — um aumento de cinco vezes num período relativamente curto. Este aumento reflete uma tendência preocupante que não mostra sinais de reversão.
A volatilidade climática intensifica esta preocupação. Desastres naturais — desde furacões e terremotos até tornados e inundações — tornaram-se mais frequentes e severos em várias regiões geográficas. “Tenham muito cuidado com o imobiliário, especialmente com desastres naturais em todas as áreas”, alerta Orman. Propriedades que pareciam financeiramente sólidas com base em avaliações de risco históricas agora enfrentam incerteza. O modelo tradicional de rendimento passivo assume despesas operacionais estáveis; o aumento dos prémios de seguros destrói essa premissa.
Construir uma Estratégia de Investimento Equilibrada e de Perspectiva
O contraste entre estas duas abordagens revela uma mudança fundamental no panorama dos melhores investimentos passivos. Ações que pagam dividendos e ETFs oferecem:
Fluxos de rendimento previsíveis, independentes de seguros ou custos de manutenção
Diversificação entre várias empresas e setores
Flexibilidade através da propriedade de ações fracionadas para investidores menores
Resiliência histórica através dos ciclos económicos
Por outro lado, o imobiliário agora acarreta passivos contingentes que podem consumir rapidamente os retornos do investimento — tornando-o menos verdadeiramente “passivo” do que em gerações anteriores.
Para quem procura os melhores investimentos passivos, a implicação estratégica torna-se clara: priorizar ações geradoras de rendimento com históricos comprovados de dividendos, enquanto se olha para o imobiliário com uma perspetiva mais crítica. Um portefólio ponderado para ações de qualidade que pagam dividendos, acumuladas de forma metódica através de investimentos consistentes, pode, em última análise, fornecer o fluxo de rendimento passivo fiável que o ambiente incerto de hoje exige.
A perspetiva evolutiva de Orman sobre os investimentos passivos reflete as realidades do mercado, e não dogmas convencionais — uma distinção que separa os construtores de riqueza de longo prazo bem-sucedidos daqueles que se agarram a uma filosofia de investimento desatualizada.
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A estratégia de Suze Orman para os melhores investimentos passivos: por que as ações de dividendos superam os imóveis
Quando a especialista financeira Suze Orman discute os melhores investimentos passivos, ela aponta para uma realidade frequentemente negligenciada: nem todas as fontes de rendimento são criadas iguais. Enquanto muitas pessoas sonham em alcançar a independência financeira através de vários canais passivos, as décadas de experiência de Orman como conselheira financeira e cofundadora da plataforma de poupança de emergência SecureSave a levaram a defender uma abordagem acima das outras — e, ao mesmo tempo, alertar contra uma categoria de investimento outrora sagrada.
A distinção entre rendimento ganho e rendimento passivo molda fundamentalmente as estratégias de construção de riqueza. Rendimento ganho exige o seu tempo e esforço, enquanto rendimento passivo continua a fluir independentemente das suas atividades diárias. Construir múltiplas fontes de rendimento tornou-se cada vez mais crucial no clima económico atual, e compreender quais os melhores investimentos passivos que realmente entregam valor importa mais do que nunca.
O Caso das Ações de Dividendos e ETFs como Melhores Investimentos Passivos
A recomendação principal de Orman para os melhores investimentos passivos centra-se em ações que pagam dividendos e fundos negociados em bolsa (ETFs). Estes instrumentos oferecem algo cada vez mais raro no mercado atual: retornos previsíveis e recorrentes aos acionistas sem necessidade de gestão ativa.
“Comece a investir em ações que pagam dividendos ou ETFs”, aconselha Orman. O aspecto convincente da sua recomendação reside no ambiente de rendimento atual. “Existem muitas ações agora que pagam 5% ou 6% ou mais”, explica, destacando o panorama de retorno atrativo disponível para investidores disciplinados.
O que torna esta abordagem particularmente poderosa é a sua escalabilidade através do estratégia de dollar-cost averaging — ou seja, investir quantias fixas em intervalos regulares, independentemente das condições do mercado. “Se continuar a fazer dollar cost averaging nelas, pode construir um portefólio tremendo — especialmente com ações fracionadas — até ficar mais velho”, observa Orman. Esta disciplina mecânica elimina a emoção do investimento e acumula riqueza de forma constante ao longo de décadas.
Orman aponta especificamente para os aristocratas do dividendo — empresas com décadas de pagamentos de dividendos consistentes — como alvos de investimento exemplares. Empresas estabelecidas como Walgreens Boots Alliance (WBA), 3M (MMM), IBM (IBM) e Chevron (CVX) enquadram-se neste perfil. Estas organizações resistiram a múltiplos ciclos de mercado, mantendo retornos aos acionistas, oferecendo tanto estabilidade de rendimento quanto potencial de valorização do capital. A beleza desta abordagem de melhores investimentos passivos é a sua resiliência: “Você pode ter um portefólio que gere dividendos tremendos sem se preocupar se os mercados sobem ou descem, porque a sua renda estaria a aumentar — especialmente se investir nos aristocratas.”
Porque o Imobiliário Já Não é Considerado um Rendimento Passivo Confiável
Tradicionalmente, o imobiliário ocupava o topo das recomendações de investimentos passivos. Terrenos, propriedades de aluguer e REITs prometiam ativos tangíveis e fluxo de caixa constante. No entanto, Orman acredita que esta sabedoria convencional se tornou perigosamente desatualizada.
A sua principal preocupação centra-se no aumento dos custos de manutenção de imóveis, especialmente seguros. “Eu recomendaria ter cuidado ao considerar o imobiliário como um investimento passivo”, alerta Orman. A economia mudou drasticamente: “Se olhar para o que está a acontecer com os prémios de seguros de habitação, já não é uma questão de se pode ou não pagar uma casa. Agora é se consegue pagar e manter.”
Os números contam uma história impressionante. Proprietários que anteriormente pagavam cerca de 2.000€ por ano em seguros agora enfrentam contas superiores a 10.000€ — um aumento de cinco vezes num período relativamente curto. Este aumento reflete uma tendência preocupante que não mostra sinais de reversão.
A volatilidade climática intensifica esta preocupação. Desastres naturais — desde furacões e terremotos até tornados e inundações — tornaram-se mais frequentes e severos em várias regiões geográficas. “Tenham muito cuidado com o imobiliário, especialmente com desastres naturais em todas as áreas”, alerta Orman. Propriedades que pareciam financeiramente sólidas com base em avaliações de risco históricas agora enfrentam incerteza. O modelo tradicional de rendimento passivo assume despesas operacionais estáveis; o aumento dos prémios de seguros destrói essa premissa.
Construir uma Estratégia de Investimento Equilibrada e de Perspectiva
O contraste entre estas duas abordagens revela uma mudança fundamental no panorama dos melhores investimentos passivos. Ações que pagam dividendos e ETFs oferecem:
Por outro lado, o imobiliário agora acarreta passivos contingentes que podem consumir rapidamente os retornos do investimento — tornando-o menos verdadeiramente “passivo” do que em gerações anteriores.
Para quem procura os melhores investimentos passivos, a implicação estratégica torna-se clara: priorizar ações geradoras de rendimento com históricos comprovados de dividendos, enquanto se olha para o imobiliário com uma perspetiva mais crítica. Um portefólio ponderado para ações de qualidade que pagam dividendos, acumuladas de forma metódica através de investimentos consistentes, pode, em última análise, fornecer o fluxo de rendimento passivo fiável que o ambiente incerto de hoje exige.
A perspetiva evolutiva de Orman sobre os investimentos passivos reflete as realidades do mercado, e não dogmas convencionais — uma distinção que separa os construtores de riqueza de longo prazo bem-sucedidos daqueles que se agarram a uma filosofia de investimento desatualizada.