Existem um conjunto de regras não escritas de sobrevivência que circulam entre o mundo dos investimentos e os empreendedores, e vale a pena analisá-las com atenção.
Primeiro, a sabedoria na alocação de recursos. Pessoas inteligentes nunca compartilham recursos facilmente; pelo contrário, aqueles que tentam agradar os outros a todo custo acabam sendo vistos apenas como sortudos. Relações humanas nunca se constroem através de bajulação, mas sim atraindo com a própria competência. Isso é especialmente importante nas decisões de investimento — quanto maior o seu valor, mais oportunidades surgirão para você.
Empreendedores que fracassam têm uma característica comum: 90% deles são demasiado benevolentes. Diante do interesse, as emoções tendem a se tornar frágeis, e os verdadeiramente inteligentes sabem avaliar ganhos e perdas. Eles entendem que quem tenta resolver problemas sem gastar dinheiro está condenado a ficar na base.
O núcleo da acumulação de riqueza está na capacidade de controlar riscos. Aventurar-se de forma cega é coisa de apostador; controlar riscos com precisão é a estratégia dos ricos. Isso exige uma capacidade de aprendizado — o teto de crescimento de uma pessoa em riqueza muitas vezes fica preso na sua habilidade de aprender.
Quem realmente tem dinheiro é bom em observar silenciosamente; manter um certo mistério pode criar mais oportunidades. Eles focam no valor interno, não na aparência superficial, pois a fachada não vale nada — só a força real é que traz competitividade. As oportunidades nunca aparecem por si só; é preciso criá-las e conquistá-las. Quando for hora de ceder, ceda; quando for hora de avançar, aja com decisão; e abandone sem hesitação as relações sociais inúteis. A última regra de ouro: problemas que podem ser resolvidos com dinheiro, não gastem tempo tentando resolvê-los com esforço.
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ZKProofEnthusiast
· 5h atrás
Esta teoria soa muito bem, mas acho que é um pouco extremada... A misericórdia e a racionalidade são realmente opostas?
Já conheci muitas pessoas que realmente ganham dinheiro, e nem todas têm esse caráter frio. Algumas, pelo contrário, acumulam as redes de contatos mais fortes por serem leais.
Falando nisso, a ideia de que "não gastar dinheiro para resolver problemas é uma solução de baixo nível" parece estar a fazer lavagem cerebral às decisões de alto custo? Controle de risco ≠ obrigatoriamente gastar dinheiro, como é que essa lógica se sustenta.
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ImpermanentPhobia
· 01-17 07:59
Mais uma vez, essa argumentação... está correta, mas não há nada de novo, o mais difícil é colocar em prática o que se sabe, a maioria das pessoas ainda reluta em abrir mão daquela "bondade".
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GateUser-9ad11037
· 01-17 07:57
Mais um artigo sobre as "regras não ditas dos bem-sucedidos", falando com convicção. A questão é que poucos realmente conseguem colocá-las em prática, a maioria ainda pensa que pode vencer sem gastar dinheiro, mas na hora H, acaba tendo que se ajoelhar.
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AlphaWhisperer
· 01-17 07:55
Mais um texto com essa "dura verdade"? Parece que sempre dizem a mesma coisa... quem realmente ganha dinheiro já fechou a boca há muito tempo, não tem tempo para escrever essas coisas
Parece sem problema, mas a realidade é que agradar também pode dar dinheiro, o mais importante ainda é sorte e oportunidade, não é preto ou branco
Essa última frase foi ótima... se dá para resolver com dinheiro, não se incomode, isso significa que o tempo dos ricos é mais valioso, já é um clichê
Mas aquele "90% dos empreendedores fracassados são demasiado benevolentes" eu tenho que questionar, conheço alguns que fracassaram justamente por serem muito duros, acabaram ofendendo todo mundo
Às vezes acho que esses artigos são só pegar alguns pontos de vista tendenciosos e empacotá-los como verdades absolutas, é divertido de ler, muda a vida... ah, deixa pra lá
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TheMemefather
· 01-17 07:50
Não poderia concordar mais, só que ainda há muitas pessoas que continuam a jogar o velho jogo da cultura de agradar, sem perceber que as conexões só valem a pena se você mesmo se valorizar.
A capacidade de observação é realmente subestimada, muitas pessoas simplesmente falam demais.
A gestão de riscos é fundamental, quantas pessoas ficam presas na sua zona de aprendizado por causa disso?
Existem um conjunto de regras não escritas de sobrevivência que circulam entre o mundo dos investimentos e os empreendedores, e vale a pena analisá-las com atenção.
Primeiro, a sabedoria na alocação de recursos. Pessoas inteligentes nunca compartilham recursos facilmente; pelo contrário, aqueles que tentam agradar os outros a todo custo acabam sendo vistos apenas como sortudos. Relações humanas nunca se constroem através de bajulação, mas sim atraindo com a própria competência. Isso é especialmente importante nas decisões de investimento — quanto maior o seu valor, mais oportunidades surgirão para você.
Empreendedores que fracassam têm uma característica comum: 90% deles são demasiado benevolentes. Diante do interesse, as emoções tendem a se tornar frágeis, e os verdadeiramente inteligentes sabem avaliar ganhos e perdas. Eles entendem que quem tenta resolver problemas sem gastar dinheiro está condenado a ficar na base.
O núcleo da acumulação de riqueza está na capacidade de controlar riscos. Aventurar-se de forma cega é coisa de apostador; controlar riscos com precisão é a estratégia dos ricos. Isso exige uma capacidade de aprendizado — o teto de crescimento de uma pessoa em riqueza muitas vezes fica preso na sua habilidade de aprender.
Quem realmente tem dinheiro é bom em observar silenciosamente; manter um certo mistério pode criar mais oportunidades. Eles focam no valor interno, não na aparência superficial, pois a fachada não vale nada — só a força real é que traz competitividade. As oportunidades nunca aparecem por si só; é preciso criá-las e conquistá-las. Quando for hora de ceder, ceda; quando for hora de avançar, aja com decisão; e abandone sem hesitação as relações sociais inúteis. A última regra de ouro: problemas que podem ser resolvidos com dinheiro, não gastem tempo tentando resolvê-los com esforço.