As autoridades dos EUA acusaram um cidadão venezuelano, Jorge Figueira, de um esquema massivo de branqueamento de capitais. A operação alegadamente canalizou cerca de $1 mil milhões em lucros ilícitos através de canais bancários tradicionais, trocas de criptomoedas e carteiras pessoais para obscurecer a origem do dinheiro.
A investigação do Departamento de Justiça, apoiada pelo FBI, descobriu uma rede intrincada de transações habilitadas por criptomoedas, projetadas para mascarar a origem dos fundos. O caso destaca a crescente vigilância sobre como os ativos digitais podem ser explorados para crimes financeiros—uma preocupação recorrente para reguladores e plataformas de criptomoedas.
Com ações de fiscalização como esta a intensificarem-se globalmente, as trocas e provedores de carteiras enfrentam uma pressão crescente para fortalecer os protocolos de KYC e AML. A investigação reforça a importância de uma infraestrutura de conformidade robusta em todo o ecossistema blockchain.
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NFTRegretDiary
· 01-18 23:41
Outra vez essa história? Mil milhões de dólares em lavagem de dinheiro ainda dependem de crypto, o que mostra que a nossa privacidade na cadeia não é assim tão "anónima"
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BearMarketSunriser
· 01-16 19:51
Mais um caso de lavagem de dinheiro de 1 bilhão de dólares, desta vez usando crypto… Para ser honesto, as exchanges devem estar preocupadas
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AllInDaddy
· 01-16 19:38
Mais um caso de branqueamento de capitais... Este tipo tem mesmo muita coragem
É por isso que as exchanges agora estão a bloquear o KYC de forma tão rigorosa
Mil milhões de dólares, deve dar para muita coisa
As autoridades dos EUA acusaram um cidadão venezuelano, Jorge Figueira, de um esquema massivo de branqueamento de capitais. A operação alegadamente canalizou cerca de $1 mil milhões em lucros ilícitos através de canais bancários tradicionais, trocas de criptomoedas e carteiras pessoais para obscurecer a origem do dinheiro.
A investigação do Departamento de Justiça, apoiada pelo FBI, descobriu uma rede intrincada de transações habilitadas por criptomoedas, projetadas para mascarar a origem dos fundos. O caso destaca a crescente vigilância sobre como os ativos digitais podem ser explorados para crimes financeiros—uma preocupação recorrente para reguladores e plataformas de criptomoedas.
Com ações de fiscalização como esta a intensificarem-se globalmente, as trocas e provedores de carteiras enfrentam uma pressão crescente para fortalecer os protocolos de KYC e AML. A investigação reforça a importância de uma infraestrutura de conformidade robusta em todo o ecossistema blockchain.