Os principais investidores institucionais estão a ficar cautelosos em relação à dívida local no Brasil e na Colômbia. À medida que os défices orçamentais aumentam em ambos os países, os riscos estão a acumular-se—especialmente com as eleições presidenciais a aproximar-se este ano. A deterioração da situação fiscal está a levar alguns fundos de peso a reavaliar a sua exposição a estes mercados. É um sinal que vale a pena acompanhar para quem segue as tendências dos mercados emergentes e os movimentos cambiais, pois a fuga de capitais pode pressionar os ativos de ambos os países e criar efeitos dominó nos mercados regionais.
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RektDetective
· 01-16 18:59
O Brasil e a Colômbia vão sofrer, grandes fundos estão a fugir...
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MEVHunter
· 01-16 18:57
Crise de dívida no Brasil e na Colômbia? Resumindo, são grandes instituições a fugir. Eu já senti esse cheiro na mempool há algum tempo.
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Token_Sherpa
· 01-16 18:49
ngl o clássico "casa fiscal em chamas, instituições a sair em pânico" nunca fica velho... os mercados emergentes são sempre os primeiros a sentir o calor quando o apetite pelo risco morre
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airdrop_huntress
· 01-16 18:43
As finanças do Brasil e da Colômbia estão tão ruins... os dias de compra por parte das instituições podem precisar ser suspensos.
Os principais investidores institucionais estão a ficar cautelosos em relação à dívida local no Brasil e na Colômbia. À medida que os défices orçamentais aumentam em ambos os países, os riscos estão a acumular-se—especialmente com as eleições presidenciais a aproximar-se este ano. A deterioração da situação fiscal está a levar alguns fundos de peso a reavaliar a sua exposição a estes mercados. É um sinal que vale a pena acompanhar para quem segue as tendências dos mercados emergentes e os movimentos cambiais, pois a fuga de capitais pode pressionar os ativos de ambos os países e criar efeitos dominó nos mercados regionais.