Os requisitos de divulgação do Título 1 parecem bons na teoria—o objetivo é tornar os projetos mais transparentes. O problema é que o quadro exige padrões de transparência ao nível de ações, destinados a empresas estabelecidas. Estamos a falar de demonstrações financeiras auditadas, relatórios de nível corporativo, o pacote completo.
Esse modelo funciona bem para empresas maduras. Startups? É uma história diferente. Equipes em estágio inicial não operam na mesma escala ou cronograma que empresas estabelecidas. O peso da conformidade torna-se desproporcional, potencialmente sufocando a inovação antes mesmo de ela decolar.
Ver original
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
12 Curtidas
Recompensa
12
5
Repostar
Compartilhar
Comentário
0/400
SchrodingerWallet
· 01-14 19:51
Mais uma rodada do pacote empresarial, nos projetos iniciais quem aguenta isso? Não é como se estivessem cavando a própria cova.
Ver originalResponder0
GateUser-c802f0e8
· 01-14 19:45
Esta estrutura de transparência é apenas uma cópia do modelo das grandes empresas para projetos iniciais, sem considerar a situação real... A inovação morreu no processo de aprovação.
Ver originalResponder0
SignatureAnxiety
· 01-14 19:45
Mais uma vez, um conjunto de regras feito sob medida para grandes empresas sendo aplicado a projetos de startups, que absurdo... A mentalidade dos órgãos reguladores, eles só ficam satisfeitos se conseguirem travar projetos iniciais a ferro e fogo
Ver originalResponder0
CountdownToBroke
· 01-14 19:44
Esta norma foi criada exclusivamente para grandes empresas, como podem as startups sobreviver...
Ver originalResponder0
OPsychology
· 01-14 19:32
Isto não é exatamente o padrão típico de grandes empresas aplicado a startups, não consigo entender o que a supervisão está pensando.
Os requisitos de divulgação do Título 1 parecem bons na teoria—o objetivo é tornar os projetos mais transparentes. O problema é que o quadro exige padrões de transparência ao nível de ações, destinados a empresas estabelecidas. Estamos a falar de demonstrações financeiras auditadas, relatórios de nível corporativo, o pacote completo.
Esse modelo funciona bem para empresas maduras. Startups? É uma história diferente. Equipes em estágio inicial não operam na mesma escala ou cronograma que empresas estabelecidas. O peso da conformidade torna-se desproporcional, potencialmente sufocando a inovação antes mesmo de ela decolar.