Recentemente, observei uma tendência de colaboração interessante: a Crossmint, como plataforma de integração de blockchain de renome mundial, já incorporou o Walrus como uma solução de armazenamento nativa, ao lado do IPFS. A lógica por trás disso vale a pena explorar.
A própria Crossmint é confiada por gigantes tradicionais como Mastercard, Coinbase e Santander, e sua vantagem central é reduzir a barreira de entrada para integração com blockchain — sem necessidade de experiência em desenvolvimento, usando APIs simples e ferramentas sem código para emitir e gerenciar tokens entre cadeias. Agora, com o suporte ao armazenamento Walrus, todo o processo tornou-se mais flexível.
Imagine só, cenários como conjuntos de dados de IA, passaportes de produtos digitais, metadados RWA, programas de fidelidade — todos eles precisam de uma infraestrutura que possa tanto emitir tokens quanto armazenar dados de forma segura. As características programáveis e a segurança do Walrus justamente preenchem essa lacuna. Dizem que atualmente mais de 40.000 empresas e desenvolvedores podem acessar facilmente essa solução.
Essa fusão profunda de "emissão + armazenamento" essencialmente reduz os custos de aplicação da tecnologia Web3. Para aquelas empresas tradicionais que desejam adotar armazenamento descentralizado, mas carecem de experiência técnica, isso certamente abre novas possibilidades. Se poderá se tornar o próximo ponto de crescimento, ainda depende da reação do mercado.
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Recentemente, observei uma tendência de colaboração interessante: a Crossmint, como plataforma de integração de blockchain de renome mundial, já incorporou o Walrus como uma solução de armazenamento nativa, ao lado do IPFS. A lógica por trás disso vale a pena explorar.
A própria Crossmint é confiada por gigantes tradicionais como Mastercard, Coinbase e Santander, e sua vantagem central é reduzir a barreira de entrada para integração com blockchain — sem necessidade de experiência em desenvolvimento, usando APIs simples e ferramentas sem código para emitir e gerenciar tokens entre cadeias. Agora, com o suporte ao armazenamento Walrus, todo o processo tornou-se mais flexível.
Imagine só, cenários como conjuntos de dados de IA, passaportes de produtos digitais, metadados RWA, programas de fidelidade — todos eles precisam de uma infraestrutura que possa tanto emitir tokens quanto armazenar dados de forma segura. As características programáveis e a segurança do Walrus justamente preenchem essa lacuna. Dizem que atualmente mais de 40.000 empresas e desenvolvedores podem acessar facilmente essa solução.
Essa fusão profunda de "emissão + armazenamento" essencialmente reduz os custos de aplicação da tecnologia Web3. Para aquelas empresas tradicionais que desejam adotar armazenamento descentralizado, mas carecem de experiência técnica, isso certamente abre novas possibilidades. Se poderá se tornar o próximo ponto de crescimento, ainda depende da reação do mercado.