#稳定币 Depois de sair a notícia de que o JPMorgan congelou contas de stablecoins, a minha primeira reação foi — isto é a realidade. Aquelas stablecoins que crescem de forma selvagem em mercados de alto risco como a Venezuela e o Irã, na essência, estão a brincar com fogo.
O congelamento de contas bancárias parece repentino, mas na verdade é inevitável. As instituições financeiras tradicionais nunca mudaram os seus requisitos de rastreabilidade de fundos, apenas muitos novos projetos ingenuamente pensam que podem contornar isso. Já vi demasiadas startups de stablecoins a fazer campanhas de marketing exageradas, a afirmar como são descentralizadas ou não sujeitas a regulamentação, e logo que entram em questões de entrada e saída de moeda fiduciária, a sua verdadeira face aparece — continuam a depender de contas bancárias, continuam a precisar de passar pelos requisitos de conformidade.
A questão principal está aqui: se a conta bancária de um projeto de stablecoin for congelada, a liquidez dos seus tokens desaparece. O que você possui deixa de ser uma stablecoin e torna-se uma moeda sem valor real. Isto não é alarmismo, é uma lição de sangue aprendida ao longo de anos na blockchain.
Ao escolher stablecoins, deve-se considerar o background: aquelas com credenciais de instituições financeiras legítimas (como USDC, USDT), com ativos subjacentes claros e apoiadas por grandes instituições financeiras, pelo menos têm um risco menor. Aquelas stablecoins que dependem de contar histórias ou do entusiasmo da comunidade para se sustentar, por mais atraentes que pareçam, devem ser evitadas. Em tempos de aumento do risco regulatório, os projetos que conseguem sobreviver são aqueles que desde o início seguiram as regras.
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#稳定币 Depois de sair a notícia de que o JPMorgan congelou contas de stablecoins, a minha primeira reação foi — isto é a realidade. Aquelas stablecoins que crescem de forma selvagem em mercados de alto risco como a Venezuela e o Irã, na essência, estão a brincar com fogo.
O congelamento de contas bancárias parece repentino, mas na verdade é inevitável. As instituições financeiras tradicionais nunca mudaram os seus requisitos de rastreabilidade de fundos, apenas muitos novos projetos ingenuamente pensam que podem contornar isso. Já vi demasiadas startups de stablecoins a fazer campanhas de marketing exageradas, a afirmar como são descentralizadas ou não sujeitas a regulamentação, e logo que entram em questões de entrada e saída de moeda fiduciária, a sua verdadeira face aparece — continuam a depender de contas bancárias, continuam a precisar de passar pelos requisitos de conformidade.
A questão principal está aqui: se a conta bancária de um projeto de stablecoin for congelada, a liquidez dos seus tokens desaparece. O que você possui deixa de ser uma stablecoin e torna-se uma moeda sem valor real. Isto não é alarmismo, é uma lição de sangue aprendida ao longo de anos na blockchain.
Ao escolher stablecoins, deve-se considerar o background: aquelas com credenciais de instituições financeiras legítimas (como USDC, USDT), com ativos subjacentes claros e apoiadas por grandes instituições financeiras, pelo menos têm um risco menor. Aquelas stablecoins que dependem de contar histórias ou do entusiasmo da comunidade para se sustentar, por mais atraentes que pareçam, devem ser evitadas. Em tempos de aumento do risco regulatório, os projetos que conseguem sobreviver são aqueles que desde o início seguiram as regras.