Pixel Nietzschean PenguinHá dezasseis anos, num infinito expanse de branco, encontramos uma alma niilista que não perdeu o seu caminho, mas sim o seu sentido de pertença. Hoje, ele regressa para assombrar as nossas telas, carregando um pedaço da solidão que todos nós guardamos por dentro. Aquelas últimas etapas em direção às montanhas, rumo ao próprio coração do infinito, são uma aceitação total do destino ou uma silenciosa afronta a ele? Quem pode dizer? Agora, selamos esta jornada melancólica nas molduras de pixels de 32 bits, imortalizando aquela silhueta triste na eternidade digital. #PIXE
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