A indústria de robótica está a fazer as coisas ao contrário. Construir máquinas individuais melhores não é o verdadeiro obstáculo—o que realmente importa é a infraestrutura de coordenação.
A maioria das equipas está presa a otimizar os seus próprios robôs isoladamente. Mas escalar a robótica requer uma camada partilhada onde as máquinas se coordenem de forma fluida através de diferentes hardware e sistemas.
É aí que entra o OM1. Não é mais um projeto de hardware de robô. Em vez disso, é um sistema operativo de código aberto, independente de hardware, projetado especificamente para este desafio de coordenação. Pense nele como a espinha dorsal que permite que máquinas heterogéneas trabalhem juntas de forma eficiente.
A mudança de soluções pontuais para infraestrutura—é aí que ocorre a verdadeira escalabilidade.
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A indústria de robótica está a fazer as coisas ao contrário. Construir máquinas individuais melhores não é o verdadeiro obstáculo—o que realmente importa é a infraestrutura de coordenação.
A maioria das equipas está presa a otimizar os seus próprios robôs isoladamente. Mas escalar a robótica requer uma camada partilhada onde as máquinas se coordenem de forma fluida através de diferentes hardware e sistemas.
É aí que entra o OM1. Não é mais um projeto de hardware de robô. Em vez disso, é um sistema operativo de código aberto, independente de hardware, projetado especificamente para este desafio de coordenação. Pense nele como a espinha dorsal que permite que máquinas heterogéneas trabalhem juntas de forma eficiente.
A mudança de soluções pontuais para infraestrutura—é aí que ocorre a verdadeira escalabilidade.