Fontes oficiais indicam que a Lei de IA do Vietnã (Lei 134/2025) entrou em vigor em 1º de março de 2026, tornando-se a primeira legislação abrangente e autônoma de IA do Sudeste Asiático. A lei adota um sistema de classificação baseado em riscos semelhante ao European Union's AI Act, com categorias de usos proibidos, de alto risco e de baixo risco; sistemas já existentes recebem uma janela de transição de 12–18 meses, dependendo do setor.
O EU AI Act tem força vinculante para qualquer provedor ou implantador cuja saída de IA seja usada dentro de sua jurisdição, com penalidades de até 35 milhões de euros (US$40,7 milhões) ou 7% do faturamento global para usos proibidos, e de até 15 milhões de euros (US$17,4 milhões) ou 3% do faturamento para não conformidade de alto risco. Sistemas de IA de alto risco — incluindo os implantados em contratação, pontuação de crédito, saúde, educação e serviços públicos essenciais — exigem gestão documentada de riscos ao longo de todo o ciclo de vida do sistema, registros de governança de dados de treinamento, documentação técnica, retenção de registro automático por pelo menos seis meses, mecanismos de supervisão humana e monitoramento pós-mercado. A Autoridade Monetária de Singapura, o banco central da Tailândia e o regulador financeiro da Indonésia também emitiram expectativas de governança de IA para instituições financeiras.