A ação da Uber Technologies disparou 7% para aproximadamente US$ 78,45 após o relatório de resultados do primeiro trimestre da empresa ter superado as expectativas em métricas financeiras-chave. A alta superou o setor de tecnologia mais amplo, que avançou menos de 2%, e o S&P 500, que subiu um pouco acima de 1%.
A Uber reportou receita no primeiro trimestre de US$ 13,2 bilhões, refletindo crescimento sólido ano a ano, apesar de ajustes de câmbio e do modelo de negócios. O lucro por ação ajustado chegou a US$ 0,72, superando as projeções e marcando um aumento de 44% em relação ao ano anterior.
As “gross bookings” subiram 25% para US$ 53,7 bilhões, sinalizando forte demanda tanto nos segmentos de mobilidade quanto de entrega. As viagens totais atingiram 3,6 bilhões, 20% acima do ano anterior. Os consumidores ativos mensais na plataforma cresceram 17%, enquanto as viagens por usuário também avançaram, impulsionando a atividade geral da plataforma para cima.
Além do crescimento da receita, as métricas de lucratividade se fortaleceram significativamente. O lucro operacional saltou 57% para US$ 1,9 bilhão, enquanto o EBITDA ajustado subiu 33% para US$ 2,5 bilhões com expansão de margens na comparação com o ano anterior.
O fluxo de caixa livre permaneceu forte em US$ 2,3 bilhões, sustentado por operações eficientes e gastos de capital disciplinados. A empresa encerrou o trimestre com US$ 6,1 bilhões em caixa e investimentos de curto prazo, oferecendo flexibilidade para investimentos futuros em crescimento. A liderança destacou que os lucros estão escalando mais rápido do que a receita, sinalizando melhora da eficiência operacional.
A estratégia de plataforma da Uber continua a se expandir por meio de novas integrações e serviços. A empresa atingiu 50 milhões de membros do Uber One, com assinantes agora respondendo por cerca de metade das gross bookings totais. Essa abordagem impulsionada por assinaturas cria demanda recorrente e fortalece a fidelidade do cliente.
A Uber segue investindo em iniciativas de inteligência artificial e veículos autônomos, com a gestão enfatizando uma abordagem de capital eficiente para essas oportunidades de longo prazo.
Olhando à frente, a Uber divulgou uma perspectiva otimista para o segundo trimestre. A empresa espera que as gross bookings cheguem entre US$ 56,25 bilhões e US$ 57,75 bilhões, representando crescimento de até 22% com base em moeda constante.
Os lucros devem continuar a expandir, com EPS não-GAAP entre US$ 0,78 e US$ 0,82 e EBITDA ajustado de até US$ 2,8 bilhões. Essas projeções indicam expansão contínua tanto nas métricas de demanda quanto nas de lucratividade.
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