De acordo com um relatório do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), a inteligência russa orquestrou uma campanha coordenada de vigilância com drones em países da OTAN e na Irlanda entre o final de 2024 e 2026, totalizando 144 incidentes. A campanha teve como alvo instalações militares e nucleares, incluindo a RAF Lakenheath em Suffolk, a RAF Fairford em Gloucestershire e a base de submarinos nucleares da França em Île Longue, na Bretanha.
Os pesquisadores identificaram petroleiros ligados à frota sombra da Rússia — incluindo o Seasons 1, operando no Mar do Norte perto de Essex, e o Hav Dolphin, atracado em Hull — como suspeitas plataformas de lançamento. Apesar da frequência das incursões ter atingido o pico em setembro e novembro de 2025, os militares ocidentais não conseguiram interceptar nenhum drone. O número de incidentes relatados diminuiu depois que forças navais europeias começaram a apreender embarcações da frota sombra em 2026.