
De acordo com o jornal The Wall Street Journal (WSJ), em uma rodada recente de captação de recursos, a OpenAI permitiu que cada funcionário vendesse ações no valor de até US$ 30 milhões. A matéria, citando pessoas com conhecimento do assunto, aponta que, em outubro de 2025, mais de 600 funcionários atuais e ex-funcionários venderam ações em conjunto, totalizando cerca de US$ 6,6 bilhões em dinheiro em mãos; desse total, aproximadamente 75 pessoas atingiram o limite máximo de US$ 30 milhões cada uma.
Ainda segundo o The Wall Street Journal, a OpenAI exigiu que os funcionários aguardassem dois anos após a contratação para poder vender ações; nesta venda de ações, muitos funcionários que entraram na empresa após o lançamento do ChatGPT obtiveram pela primeira vez a oportunidade de sacar.
Antes disso, o limite de venda de ações por pessoa na OpenAI era de US$ 10 milhões. De acordo com o The Wall Street Journal, a empresa disse que, no ano passado, no outono, atendeu a pedidos de investidores e aumentou o limite para US$ 30 milhões, ou seja, três vezes o teto anterior.
Conforme o The Wall Street Journal, alguns funcionários optaram por investir as ações restantes em um “donor-advised fund” (fundo de doação orientada). Esse tipo de conta de investimento filantrópico compromete os recursos para causas de interesse público e, ao mesmo tempo, permite que o doador solicite dedução fiscal no mesmo ano.
De acordo com o The Wall Street Journal, em agosto de 2025, a OpenAI havia concedido bônus únicos a alguns funcionários, sendo que alguns desses bônus chegaram a vários milhões de dólares.
Com base em informações divulgadas no site oficial da OpenAI, parte das funções técnicas da empresa tem salário anual acima de US$ 500.000, e as remunerações em ações, como opções de ações, também superam as de várias empresas de tecnologia.
De acordo com o The Wall Street Journal, o Meta ofereceu, no ano passado, pacotes de remuneração de até US$ 300 milhões para alguns dos principais pesquisadores.
Segundo reportagens da imprensa, a OpenAI é, atualmente, a startup de tecnologia mais valiosa do mundo. Cerca de sete anos após a empresa emitir ações pela primeira vez, o valor das ações mantidas pelos primeiros funcionários já havia crescido mais de 100 vezes. No mesmo período, o ganho do índice Nasdaq Composite foi de aproximadamente três vezes.
De acordo com reportagens da mídia, o CEO (presidente) da OpenAI, Greg Brockman, revelou em depoimento recente em tribunal que o valor das participações societárias que ele detém é de cerca de US$ 30 bilhões. O CEO Sam Altman, por sua vez, afirmou que não possui ações da empresa, justificando que a OpenAI foi anteriormente constituída como uma empresa sem fins lucrativos. De acordo com o The Wall Street Journal, alguns investidores esperam que, se Altman vencer o processo contra Elon Musk sobre a reorganização da OpenAI de empresa sem fins lucrativos para uma empresa com fins lucrativos, ele receberá ações.
De acordo com o The Wall Street Journal, na rodada recente de captação, a OpenAI permitiu que cada funcionário vendesse ações no valor de até US$ 30 milhões. Antes disso, o limite era de US$ 10 milhões. A empresa afirmou que, no outono do ano passado, atendeu a pedidos de investidores e elevou o limite em três vezes.
De acordo com o The Wall Street Journal, citando pessoas com conhecimento do assunto, em outubro de 2025 mais de 600 funcionários atuais e ex-funcionários venderam ações em conjunto, totalizando cerca de US$ 6,6 bilhões em dinheiro em mãos. Desse total, aproximadamente 75 pessoas venderam individualmente até o limite de US$ 30 milhões.
De acordo com reportagens da mídia, o CEO (presidente) da OpenAI, Greg Brockman, disse em depoimento recente em tribunal que o valor das participações societárias que ele detém é de cerca de US$ 30 bilhões.