Segundo a Elliptic, sua equipe de Inteligência da Ásia-Pacífico fez parceria com a Divisão de Combate a Crimes de Alta Tecnologia da Polícia Real Tailandesa para investigar mais de 500 carteiras cripto suspeitas, descobrindo US$ 520 milhões em transações ilícitas em 32 blockchains, incluindo Ethereum, Tron e Bitcoin. A rede criminosa, ligada a complexos organizados no Camboja e em Mianmar, envolveu-se em invasões de carteiras, roubo de credenciais, golpes de abate de porcos e esquemas de lavagem de dinheiro com quase US$ 14 milhões em perdas relatadas por vítimas.
Os criminosos usaram exchanges descentralizadas, pontes cross-chain e serviços de troca instantânea para evitar verificações de conhecimento do cliente (KYC), depois converteram tokens roubados em ativos convencionais e moveram fundos entre blockchains para escapar de listas negras de stablecoins.