Segundo o Odaily, o banco central do Brasil declarou recentemente que as stablecoins devem ser classificadas como ferramentas de dinheiro eletrônico, e não como ativos digitais. O conselheiro do banco central, Fabio Araújo, explicou que, embora o Bitcoin e o Ethereum possuam escassez e transferibilidade, as stablecoins funcionam principalmente como instrumentos de pagamento. O Congresso está se preparando para analisar o Projeto de Lei 4308/2024, proposto em 2024, para estabelecer regras para stablecoins.
A associação da indústria cripto do Brasil, Abcripto, cujos membros incluem Binance, Coinbase e Tether, se opõe à classificação, citando potenciais conflitos regulatórios e riscos para a adoção institucional e de varejo.