Uma nova pesquisa da plataforma de pagamentos cripto Oobit revela que 51% dos usuários americanos de carteiras cripto agora dependem mais da criptomoeda do que do banco tradicional para pelo menos uma tarefa financeira cotidiana. O estudo com 1.002 americanos mostra que preocupações com privacidade impulsionam a adoção: 28% apontam a privacidade como principal motivo para usar cripto em transações diárias — número que sobe para 31% entre os homens. Essa mudança reflete uma desagregação gradual dos serviços bancários tradicionais à medida que consumidores passam tarefas específicas como pagamentos ponto a ponto e transferências transfronteiriças para opções de carteiras descentralizadas, embora 55% dos usuários ainda temam perder acesso ao cripto sem um método de recuperação, mantendo atividades financeiras de alto risco ancoradas em sistemas bancários regulados.
Pesquisa mostra 51% dos usuários de carteiras preferindo cripto para tarefas diárias
Os dados do estudo da Oobit revelam que 51% dos usuários americanos de carteiras cripto agora dependem mais da criptomoeda do que do seu banco tradicional para pelo menos uma tarefa financeira cotidiana. Cerca de 46% dos entrevistados disseram que usam ativos digitais para economizar ou guardar dinheiro a longo prazo, enquanto 41% utilizam carteiras para manter fundos entre transações. Pelo menos 30% preferem cripto para compras online.
Transações transfronteiriças mostram a divisão mais acentuada. Entre usuários de carteiras cripto que enviam dinheiro para o exterior regularmente, 46% dependem mais da cripto do que do banco tradicional. A Gen Z acelera a tendência de ponto a ponto: 45% de todos os usuários de carteiras cripto já usaram ativos digitais para pagar de volta um amigo em vez de depender de aplicativos tradicionais de pagamentos ponto a ponto, com esse número saltando para 55% especificamente para a Gen Z.
Privacidade figura como principal fator de adoção, com 28%
O estudo descobriu que 28% dos americanos citam a privacidade como o principal motivo para terem começado a usar cripto em tarefas do dia a dia, superando taxas mais baixas e processamento mais rápido. Essa motivação é particularmente forte entre homens, com 31% citando a privacidade como principal fator. As mulheres mostram prioridades diferentes: 29% afirmam que adotaram a tecnologia porque acreditam que a criptomoeda é "o futuro das finanças".
Medos de recuperação mantêm 55% presos a bancos tradicionais para tarefas financeiras importantes
Cinquenta e cinco por cento dos usuários de carteiras cripto admitem que se preocupam em perder o acesso à própria cripto sem absolutamente nenhuma forma de recuperá-la. Essa preocupação estrutural mantém tarefas de alto risco dentro do sistema bancário regulado. As principais coisas com as quais os americanos ainda confiam bancos mais do que cripto incluem guardar as economias de vida (41%), gerenciar fundos de aposentadoria (34%), fazer grandes compras (34%), receber um salário principal (31%) e pagar impostos (28%).
FAQ
Que porcentagem de usuários americanos de carteiras cripto preferem criptomoeda em vez de bancos tradicionais para tarefas diárias?
De acordo com a pesquisa da Oobit, 51% dos usuários americanos de carteiras cripto agora dependem mais da criptomoeda do que do banco tradicional para pelo menos uma tarefa financeira cotidiana.
Por que os americanos usam cripto para transações do dia a dia?
O estudo encontrou que 28% dos americanos citam a privacidade como o principal motivo para começarem a usar cripto em tarefas cotidianas. Entre os homens, esse número sobe para 31%, enquanto 29% das mulheres dizem que adotaram criptomoeda porque acreditam que ela é "o futuro das finanças".
O que impede os americanos de substituir totalmente os bancos tradicionais por cripto?
Cinquenta e cinco por cento dos usuários de carteiras cripto se preocupam com a possibilidade de perder o acesso à própria cripto, sem qualquer forma de recuperação. Como resultado, os americanos ainda confiam em bancos para tarefas de alto risco como guardar economias de vida (41%), gerenciar fundos de aposentadoria (34%) e receber o salário principal (31%).