A Suprema dos Estados Unidos decidiu que a tributação sob a IEEPA é inconstitucional. Após essa decisão, Trump alterou para a Seção 301 da Lei de Comércio e iniciou investigações em 16 países, abrangendo 13 setores, incluindo semicondutores, energia solar e automóveis.
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O governo Trump reacende a guerra comercial! No dia 12, anunciou que, com base na Seção 301 da Lei de Comércio, iniciou investigações comerciais contra 16 principais parceiros comerciais. Além de Taiwan, os países incluídos são União Europeia, México, Índia, Japão, Coreia do Sul, Suíça, Noruega, Indonésia, Singapura, Tailândia, Malásia, Camboja, Vietnã e Bangladesh. O Canadá não está na primeira lista.
O Representante de Comércio dos EUA (USTR), Jamieson Greer, afirmou diretamente:
Parceiros comerciais de longa data criaram excesso de capacidade e deliberadamente desvincularam a demanda doméstica e global. Esse desequilíbrio estrutural tem impacto direto no emprego na manufatura americana.
A investigação cobre 13 setores, incluindo alumínio, automóveis, baterias, eletrônicos, máquinas, papel, plástico, robótica, satélites, semicondutores, navios, energia solar e aço. Os documentos de investigação destacam problemas na UE em produtos químicos, máquinas e veículos, além de apontar práticas comerciais desleais de países asiáticos em semicondutores e eletrônicos.
Essa ação é amplamente interpretada como uma resposta à decisão da Suprema Corte, que declarou inconstitucional a aplicação da IEEPA para tributar globalmente. Assim, o governo de Washington optou por usar a Seção 301 para reconstruir barreiras tarifárias.
Ao contrário da autorização emergencial da IEEPA, as investigações sob a Seção 301 seguem procedimentos legais formais: o governo anunciou uma audiência pública para 6 de maio. Greer também revelou que, já nesta semana, será iniciada uma nova rodada de investigações relacionadas ao trabalho forçado, indicando que as ações continuarão de forma contínua.
Outra incerteza é que Greer afirmou claramente: “Espera-se que mais investigações sejam lançadas em breve”, levando o público a acreditar que essa é uma estratégia de longo prazo do governo Trump para reconstruir sistematicamente barreiras comerciais sob pressão das eleições de meio de mandato.