Introdução: Os riscos dos casos relacionados com criptomoedas estão a revelar-se cada vez mais na “fase de reparação”
Ao lidar com casos relacionados com criptomoedas, você frequentemente encontra um padrão muito típico de emoções das partes envolvidas:
“Sei que fui enganado, o dinheiro foi realmente transferido, posso ver na blockchain, por que ninguém intervém ou consegue recuperar?”
O problema muitas vezes não está na factualidade, mas no procedimento—
Quanto mais claras forem as evidências, mais fácil será para as partes envolvidas pensarem erroneamente que “a reparação pode ser iniciada”; mas nos casos relacionados com criptomoedas, a possibilidade de iniciar a reparação depende de três fatores: qualificação, jurisdição e se as provas podem ser concretizadas.
Nos últimos anos, a forma dos conflitos relacionados com criptomoedas também mudou:
No início, eram mais casos de “roubo de moedas, fuga”; agora, muitas vezes, a estrutura parece bastante formal (serviços de listagem de moedas, troca por U, plataformas de investimento em NFT), mas os caminhos dos ativos tornaram-se mais complexos, os sujeitos mais dispersos e as transações transfronteiriças mais comuns. Assim, quando o caso avança para a “fase de reparação”, frequentemente encontra-se três obstáculos:
Os ativos têm valor, mas a sua natureza e transações