A privacidade é um direito humano fundamental, não algo que deva ser tratado como cúmplice de irregularidades. No entanto, aqui está o paradoxo: para que as finanças digitais funcionem em larga escala, precisamos de auditabilidade incorporada no sistema.
Então, como podemos equilibrar as coisas? Não se pode simplesmente escolher um lado e abandonar o outro.
É exatamente aí que entra a divulgação seletiva. Imagine um sistema de blockchain que permite provar que transações ocorreram sem expor todos os detalhes a todos que estão assistindo. Você revela o que é importante para a conformidade, mantém o resto privado. Não se trata de esconder—é sobre controlar o que é divulgado a quem.
Protocolos como o Miden estão experimentando esse equilíbrio, construindo infraestrutura onde privacidade e transparência não são inimigos. A tecnologia permite que os usuários mantenham discrição financeira enquanto reguladores e plataformas obtêm os trilhos de auditoria de que precisam.
A verdadeira inovação não é mais escolher lados. É arquitetar sistemas onde privacidade e responsabilidade possam coexistir.
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DogeBachelor
· 01-13 15:06
Para ser honesto, a lógica de divulgação seletiva parece boa, mas na prática será outra história...
Privacidade e regulamentação podem coexistir perfeitamente? Tenho minhas dúvidas, vamos esperar até a Miden ser realmente amplamente utilizada para ver.
Hoje em dia, quem ainda acredita em "querer e não querer" normalmente acaba não agradando a ninguém.
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OldLeekNewSickle
· 01-13 15:04
Gostar-se-ia de dizer bem, mas no final das contas, essa questão da divulgação seletiva depende de quem detém o poder de fala... Se as regulações quiserem, podem ver o que quiserem.
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Protocolos como o Miden parecem promissores, mas quantos realmente conseguem evitar ser cortados? Um aviso de risco, hein.
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Essa é a eterna contradição no mundo das criptomoedas: privacidade e transparência são como peixe e carne... já devia ter entendido isso há muito tempo.
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Por mais bem estruturado que seja, no final das contas, é uma questão de humanidade; a auditoria de conformidade acaba se tornando um jogo de poder.
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Portanto, existem muitas tecnologias que alegam proteger a privacidade, mas nenhuma realmente protege os investidores comuns.
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Parece uma porta dos fundos para as regulações, só que com uma embalagem mais sofisticada.
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Para sua referência, essas soluções "perfeitas" geralmente são ilusões.
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Vocês acreditam na divulgação seletiva, eu ainda acho que os gráficos são mais confiáveis...
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failed_dev_successful_ape
· 01-13 15:03
ngl divulgação seletiva parece bom, só não sei se a regulamentação vai realmente aceitar...
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GasFeeBarbecue
· 01-13 14:59
Essa divulgação seletiva parece boa, mas será que podemos realmente confiar... Será que os reguladores vão ser honestos e apenas olhar o que é necessário?
A privacidade é um direito humano fundamental, não algo que deva ser tratado como cúmplice de irregularidades. No entanto, aqui está o paradoxo: para que as finanças digitais funcionem em larga escala, precisamos de auditabilidade incorporada no sistema.
Então, como podemos equilibrar as coisas? Não se pode simplesmente escolher um lado e abandonar o outro.
É exatamente aí que entra a divulgação seletiva. Imagine um sistema de blockchain que permite provar que transações ocorreram sem expor todos os detalhes a todos que estão assistindo. Você revela o que é importante para a conformidade, mantém o resto privado. Não se trata de esconder—é sobre controlar o que é divulgado a quem.
Protocolos como o Miden estão experimentando esse equilíbrio, construindo infraestrutura onde privacidade e transparência não são inimigos. A tecnologia permite que os usuários mantenham discrição financeira enquanto reguladores e plataformas obtêm os trilhos de auditoria de que precisam.
A verdadeira inovação não é mais escolher lados. É arquitetar sistemas onde privacidade e responsabilidade possam coexistir.