Opinião: a relevância macroeconómica das stablecoins depende do destino final dos ativos de reserva, e não da componente técnica

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Notícias ME, 27 de abril (UTC+8): o arquiteto de produtos de finanças tokenizadas da Tempo, Neira, publicou um post indicando que, para as stablecoins de pagamento, o significado macrofinanceiro não está na camada de software, mas sim no destino final dos ativos de reserva: se entrarem em depósitos bancários, isso reestrutura o sistema bancário; se entrarem em dívida pública de curto prazo, isso reduz os rendimentos no curto prazo (dados do BIS: por cada unidade de entrada líquida, a yield dos T-bills a três meses diminui entre 2,5 e 3,5 pontos base). Se estiverem depositados no banco central, aproximam-se de “moeda de banco estreito”. No nível de pagamentos transfronteiriços, a essência das stablecoins é um negócio de conversão de moeda; o gargalo central está na capacidade de pré-aprovação do parceiro no destino, e não na velocidade de liquidação on-chain. O autor defende que os reguladores devem monitorizar como indicadores-chave o destino das reservas e a quantidade líquida emitida, e não a capitalização de mercado. (Fonte: Foresight News)
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