Recentemente conversei com um amigo do setor da energia sobre equipamentos elétricos e ganhei uma nova perspetiva: os americanos não vão comprar em grande escala equipamentos elétricos chineses. A lógica de exportação dos equipamentos elétricos da China é real, mas a narrativa secundária de “exportar para os EUA” envolve um risco de valorização grave. Assenta numa vantagem do desfasamento temporal e está a ser encerrada de forma estrutural por um sistema de escrutínio de segurança. Tudo aquilo que tenha subido com a lógica de “falta de energia para a IA nos EUA, por isso compra-se equipamentos elétricos chineses” deve ser encarado como um prémio de volatilidade elevada, e não como lucro sustentável. Em conformidade com isto, estão: mgmt、jrgf、sydq. Os nossos equipamentos elétricos destinam-se sobretudo à exportação para África e América do Sul, e não para os EUA. (Resumo: os equipamentos elétricos com a ideia de exportar para os EUA terão sempre de incluir um aviso de risco. É preciso deixar claro o risco de exportar para os EUA. Por motivos de segurança, os EUA compram principalmente Siemens e GE e não vão comprar em grande escala equipamentos elétricos chineses.)

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