Uma pessoa sente falta de outra, muitas vezes não porque a outra não seja boa o suficiente, mas porque, na altura, a sua própria perceção, experiências, necessidades e capacidades ainda não eram suficientes para reconhecer e sustentar essa relação. As pessoas geralmente não valorizam algo apenas depois de o perderem, mas sim depois de crescerem e finalmente compreenderem o que perderam. O que realmente importa não é provar quem perdeu quem, mas sim entender que qualquer relação é o reflexo do nível de perceção e do estado de vida de ambas as partes numa determinada fase. À medida que continuas a crescer e a avançar, vais perceber que aquela pessoa que te custou a esquecer não era mais do que um marco numa fase da tua vida, e não o destino final.

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