Costumo dizer que é preciso observar o mundo. Porque o ser humano não compreende o mundo através da visão, mas sim através da ativação dos modelos cognitivos já existentes no cérebro para o entender. Não podemos realmente compreender aquilo que nunca observámos, nunca experienciámos, nunca imaginámos. A fronteira do conhecimento de uma pessoa não é a fronteira do mundo, mas sim a fronteira dos modelos cognitivos que ela consegue ativar.

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