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Há pouco mais de um ano, os preços da gasolina nos Estados Unidos atingiram máximos históricos que surpreenderam a todos. O interessante é que superaram até os níveis da crise de 2022, quando a guerra entre Rússia e Ucrânia disparou tudo. Segundo os dados da AAA daquela altura, o preço médio nacional chegou a 4,12 dólares por galão, e o gasóleo atingiu 5,65 dólares. Números que ficaram gravados na mente de qualquer pessoa que precisou abastecer.
O que aconteceu foi que, após os ataques militares entre Estados Unidos e Irã no final de fevereiro, os preços dispararam. A gasolina subiu mais de 1,10 dólares por galão em questão de semanas. O Secretário de Energia daquela época declarou que os preços poderiam permanecer altos durante semanas, o que acabou por se cumprir mais do que o esperado.
O que muitos não previram foi o efeito dominó que isso gerou. O gasóleo, sendo o combustível principal para transporte de carga, agricultura e indústria, disparou os custos de alimentos, logística e produção. Isso traduziu-se diretamente em mais inflação para o consumidor médio. Os bilhetes de avião também subiram, pois o combustível de aviação ficou bastante caro.
Os analistas daquela altura alertavam que, se a gasolina continuasse nesses níveis, o poder de compra das pessoas iria diminuir ainda mais. E tinham razão. A renda disponível reduziu-se, a recuperação económica tornou-se mais lenta, e a pressão sobre a temporada de viagens de verão foi brutal. Mesmo com as expectativas de que o conflito fosse resolvido, as previsões mostravam que os preços permaneceriam mais altos do que o normal durante meses. Um lembrete claro de como as crises energéticas globais acabam por afetar diretamente o bolso de quem depende de combustível.