Nos primeiros 6 meses de 2026, o número de grandes empresas dos EUA que entraram em falência disparou diretamente para 372.


Esse número não apenas bateu o recorde de 16 anos mais alto desde 2010, mas também, em apenas meio ano, superou diretamente o total de falências de 2022 no ano inteiro (317).
Só em maio e junho, as falências de grandes empresas atingiram 72 no mês, registrando o maior pico desde o início da pandemia em 2020.
O que não aguentou primeiro não foram projetos “no ar”, e sim a indústria real, com base no físico:
Setor industrial (Industrial): 50 falências lideram
Consumo discricionário (Consumer Discretionary): 35 empresas entraram em colapso
Saúde (Healthcare): 26 empresas deram “calote”
Modelos de negócio que sobreviveram por mais de uma década, apoiados em um ambiente de juros baixos, simplesmente deixaram de funcionar.
Quando os custos de empréstimo seguem altos e as taxas de refinanciamento para dívidas que vencem dobram, grandes empresas que não têm capacidade de gerar caixa livre só conseguem virar, em massa, sacrifícios do processo macro de desalavancagem.
O índice amplo do mercado de ações parece ainda estar sustentado por poucas empresas de computação e tecnologia, mas as cadeias industriais e o “esqueleto” do consumo já estão fechando em lote.
Fonte dos dados: (S&P Global Market Intelligence)
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