Recentemente, tenho analisado uma série de endereços com “etiquetas + clustering + fluxo de fundos”, e quanto mais olho, mais acho que: pode servir de referência, mas não deve ser usado como sentença definitiva. Muitas lógicas de clustering, na essência, dizem que tudo que foi movimentado na mesma transação é considerado uma mesma categoria, mas agora, com uma série de agregadores/roteadores/ponte cross-chain, você acaba misturando você e estranhos, e a imagem se desvia rapidamente. Sem falar nas carteiras de hot wallet de CEX, market makers, endereços de custódia, uma etiqueta colocada ali parece uma “baleia gigante”, mas na verdade pode ser apenas uma estação de passagem.



Eu mesmo, ao analisar endereços, prefiro calcular primeiro o custo implícito: quantas etapas a mais nessa rota, uma assinatura extra, uma interceptação, quanto realmente chega na mão. Recentemente, investidores de varejo reclamando que os validadores ganham demais, que a ordenação do MEV é injusta, eu também consigo entender… o “fluxo de fundos” que você vê pode ser apenas uma sombra puxada pela ordenação e pelos incentivos de retorno. (Não pergunte, também já tive meus lucros roubados por taxas implícitas várias vezes.)
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