É interessante observar a economia das grandes megalópoles. Nova York continua sendo a cidade mais rica do mundo, com um PIB de cerca de 2,3 trilhões de dólares. Ao lado, Tóquio com 2,1 trilhões. Mas, se olharmos de forma mais ampla, a imagem é bastante instrutiva.



No topo, claramente dominam as cidades americanas — das vinte cidades mais ricas, quase metade são dos EUA. Los Angeles, Chicago, São Francisco, Dallas, Washington, Houston, Boston, Atlanta, Seattle, Filadélfia. Cada uma delas gera centenas de bilhões de dólares anualmente.

A Europa também está na jogada — Paris, Londres, Rena-Ruhr na Alemanha. E a Ásia cresce mais lentamente, mas com firmeza. Xangai e Pequim já estão no topo, embora fiquem atrás dos líderes ocidentais. Seul mostra resultados razoáveis. São Paulo, no Brasil, é o único representante da América Latina na lista.

Para ser honesto, esses dados de 2024 mostram que a cidade mais rica continua sendo a mais rica, mas a diferença entre os líderes e o restante do mundo está crescendo. Será interessante ver como isso mudará até 2026.
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