O argumento para vender US$OP antes de US$BASE

2026-01-12 12:06:13
intermediário
Base
Base é responsável por mais de 70% da receita da Superchain, mas paga somente 2,5% dessa receita em participação. Este artigo aprofunda o desequilíbrio econômico entre Superchain e Base, os riscos de saída associados à licença open-source MIT e os possíveis conflitos de governança que um token BASE pode gerar—analisando os riscos estruturais que agora afetam os detentores de OP.

Principais Insights

  • Em 2025, a Base foi responsável por cerca de 71% de toda a receita dos sequenciadores da Superchain. A concentração de receita aumentou ainda mais, mas os repasses da Coinbase à Optimism continuam limitados a 2,5%.
  • O token OP caiu 93% desde seu pico histórico (US$4,84 → US$0,32), enquanto o TVL da Base subiu 48% (US$3,1B → US$5B) em 2025. O mercado já precificou que o crescimento da Base não beneficia os detentores de OP, mas ainda não considerou o risco de saída.
  • O OP Stack tem licença MIT. O fator que mantém a Base na Superchain é apenas o vínculo de governança, que um token BASE com escopo independente pode desfazer. A Coinbase pode realizar um fork a qualquer instante e já constrói a estrutura política para isso.
  • A Optimism concedeu 118 milhões de tokens OP à Base para alinhar interesses no longo prazo, mas limitou o poder de voto a 9% do suprimento. Não é alinhamento, mas sim uma participação minoritária com opção de saída. Se o OP cair após renegociação, as perdas da Coinbase com o subsídio serão ínfimas diante da eliminação do compartilhamento de receita.

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A Coinbase, por meio da rede L2 Base, gerou cerca de 71% da receita dos sequenciadores da Superchain em 2025, repassando apenas 2,5% ao Optimism Collective. O OP Stack é licenciado sob MIT. Não há barreiras tecnológicas ou jurídicas para a Coinbase renegociar esses termos sob ameaça de saída, ou construir infraestrutura paralela que torne a participação na Superchain meramente simbólica. Detentores de OP enfrentam dependência de receita de contraparte única, com risco assimétrico, e entendemos que o mercado ainda não precificou esse risco integralmente.

1. 71% da receita, 2,5% do repasse

O acordo entre Optimism e Base partiu do pressuposto que nenhuma rede dominaria a economia da Superchain a ponto de tornar o modelo de compartilhamento de receita assimétrico. A divisão das taxas, calculada pelo maior valor entre 2,5% da receita da rede ou 15% do lucro on-chain (receita de taxas menos custos de gás L1), era considerada adequada para um ecossistema diversificado de rollups.

Essa hipótese falhou. Em 2025, a Base gerou US$74 milhões em receita, respondendo por mais de 71% das taxas dos sequenciadores da OP Chain e repassando só 2,5% ao Optimism Collective. Isso representa uma razão de extração de valor de 28:1 para a Coinbase. Em outubro de 2025, o TVL da Base atingiu US$5 bilhões (+48% HoH), sendo a única L2 do Ethereum a superar esse patamar. A concentração só se intensificou.


A dinâmica de subsídios reforça o desequilíbrio. Enquanto a Base lidera em geração de receita, o OP Mainnet — que repassa 100% do lucro ao Collective — contribui acima do esperado. Na prática, o OP Mainnet subsidia a coesão política de uma coalizão onde o maior participante paga a menor parcela.

Para onde vão essas taxas? Segundo a própria Optimism, a receita dos sequenciadores vai para o tesouro do Optimism Collective. Até hoje, o Collective acumulou mais de US$34 milhões em taxas da Superchain, sem destinação ou uso em programas específicos.

O ciclo proposto (taxas financiam bens públicos, bens públicos expandem o ecossistema, o ecossistema gera mais taxas) ainda não foi ativado. Programas como RetroPGF e subsídios são financiados por emissão de OP, não pelo tesouro em ETH. Isso compromete a proposta central de valor da Superchain: a Base contribui com cerca de US$1,85 milhão por ano para um tesouro que não retorna economicamente às redes pagadoras.

O engajamento de governança segue a mesma lógica. A Base publicou o “Manifesto: Como a Base participará da governança da Optimism” em janeiro de 2024. Desde então, não houve propostas, discussões ou participação visível na governança da Superchain. Para uma rede responsável por mais de 70% do valor econômico da Superchain, a Base está ausente do processo político. Até nos próprios fóruns de governança da Optimism, Base é pouco mencionada. O valor de “governança compartilhada” é, por ora, apenas teórico.

O “valor” da Superchain é, até aqui, totalmente prospectivo — interoperabilidade futura, influência futura, efeitos de rede futuros. Para uma empresa com deveres fiduciários, “valor futuro” é difícil de justificar diante de custos concretos e recorrentes.

A questão central é se a Coinbase tem incentivo econômico para manter essa relação — e o que ocorre se decidir que não tem.

2. A opção de fork

O ponto jurídico fundamental de toda relação na Superchain: o OP Stack é público, licenciado sob MIT. Qualquer um pode clonar, fazer fork ou implantar, sem custo ou permissão.

O que mantém redes como Base, Mode, Worldcoin e Zora na Superchain? Segundo a Optimism, são “soft locks”: acesso à governança compartilhada, upgrades e segurança, financiamento, e legitimidade da marca Superchain. A adesão é voluntária, não compulsória.

Essa distinção é crucial para o risco do OP.

Em um fork, a Coinbase perderia: participação na governança da Optimism, a marca “Superchain”, acesso a upgrades coordenados. Mas manteria: 100% do TVL de US$5B, a base de usuários, todos os aplicativos da Base e toda a receita de sequenciadores (>US$74M).

Os “soft locks” só funcionam se a Base precisar de algo que não possa construir ou comprar. As evidências mostram que a Base já constrói essa independência. Em dezembro de 2025, lançou ponte direta para Solana via Chainlink CCIP, com infraestrutura própria, sem depender da Superchain. Não é postura de quem aguarda interoperabilidade da Superchain.

Não afirmamos que a Coinbase fará fork amanhã. Mas a licença MIT é uma opção de saída plenamente disponível, e a Coinbase já reduz sua dependência da Superchain. Um token BASE com governança independente completaria essa transição, tornando os “soft locks” apenas vínculos cerimoniais.

Para detentores de OP, a questão é clara: se o único fator que mantém a Base na Superchain é a aparência de alinhamento, o que acontece se a Coinbase decidir que isso não lhe serve?

3. A negociação já começou

“Começando a explorar” é a expressão usada por todas as L2 de 6 a 12 meses antes do TGE.

Em setembro de 2025, Jesse Pollak anunciou no BaseCamp que a Base está “começando a explorar” um token nativo. Ele frisou que “não há planos definitivos para compartilhar no momento” e que a Coinbase “não pretende anunciar uma data de lançamento tão cedo.” Até o fim de 2024, a Coinbase negava planos para um token Base. O anúncio veio meses após a Ink Network da Kraken revelar o token INK, sinalizando nova dinâmica competitiva para L2s.

A forma importa tanto quanto o conteúdo. Pollak definiu o token como “alavanca poderosa para expandir a governança, alinhar incentivos entre desenvolvedores e abrir novas possibilidades de design.” São áreas que hoje pertencem à governança da Superchain. Um token BASE com escopo sobre essas decisões criaria autoridade sobreposta à Optimism, e a Coinbase teria maior peso econômico.

Por que um token BASE altera a relação? Veja como funciona a governança da Superchain.

O Optimism Collective tem sistema bicameral: a Token House (detentores de OP) vota em upgrades, subsídios e propostas; a Citizens’ House (badge holders) vota em distribuições RetroPGF. O upgrade da Base é controlado por multisig 2/2 entre Base e Optimism Foundation — nenhum lado pode atualizar contratos da Base sozinho. O Security Council, quando implementado, fará upgrades “sob orientação da Governança da Optimism.”

Esse modelo dá controle compartilhado, não unilateral. A multisig 2/2 impede upgrades indesejados de ambos os lados.

O conflito é inevitável se a Coinbase seguir o caminho de ARB, OP e outros tokens de governança L2. Se detentores de BASE votam em upgrades, qual decisão prevalece — BASE ou OP? Se BASE financia seu próprio programa, por que desenvolvedores aguardariam RetroPGF? Se BASE escolhe sequenciadores, qual o poder real da multisig 2/2?

Importante: a governança da Optimism não pode impedir que a Base lance um token com escopo sobreposto. A Law of Chains protege usuários e define padrões, mas não limita o que o governador da rede faz com seu token. A Coinbase pode lançar BASE amanhã com governança total, e a Optimism teria apenas pressão política — o mesmo “soft lock” que já não funciona.

O fator inédito é a restrição de empresa de capital aberto. Pela primeira vez, uma empresa listada lidera um TGE. TGEs e airdrops tradicionais maximizam valor para investidores privados e equipe fundadora. A Coinbase tem deveres fiduciários com acionistas COIN. Qualquer distribuição de token deve agregar valor à empresa.

Isso muda a dinâmica. A Coinbase não pode simplesmente fazer airdrop para agradar a comunidade. Precisa de estrutura que aumente o valor de COIN. Uma forma é usar o token BASE para negociar uma fatia menor da receita da Superchain, aumentando o lucro retido da Base e o resultado da Coinbase.

4. Defesa de reputação

O argumento mais forte contra essa tese é que a Coinbase é empresa pública e se posiciona como “compliance, colaborativa” no mercado cripto. Um fork do OP Stack para economizar alguns milhões por ano pode parecer mesquinho e prejudicar a reputação construída. Esse ponto merece atenção.

A Superchain tem valor. O roadmap prevê mensagens nativas entre redes, e o valor total garantido nas L2s do Ethereum chegou a US$55,5 bilhões em dezembro de 2025. A Base se beneficia da composabilidade com OP Mainnet, Unichain e Worldchain. Sair desse ecossistema tem custos.

Há ainda a concessão de 118 milhões de tokens OP. Para consolidar a “aliança de longo prazo”, a Optimism Foundation deu à Base a chance de receber até 118 milhões de OP em seis anos. Na época, isso valia cerca de US$175 milhões.

Essa defesa subestima o risco real. O argumento pressupõe um fork público. O mais provável é uma renegociação discreta, em que o token BASE serve de alavanca para a Coinbase obter melhores termos na Superchain, sem repercussão fora dos fóruns de governança.

Considere a interoperabilidade. A Base já construiu ponte para Solana via CCIP, independente da stack da Optimism. Não espera pela Superchain. Já desenvolve infraestrutura cross-chain própria. O “soft lock” de upgrades e segurança compartilhados perde relevância quando há alternativas técnicas.

Sobre o subsídio OP: há limite para a Base votar ou delegar mais de 9% do suprimento votante. Não é alinhamento, mas participação minoritária. A Coinbase não controla a Optimism com 9%, nem vice-versa. Aos preços atuais (~US$0,32), o subsídio de 118M vale cerca de US$38 milhões. Se o OP cair 30% após renegociação, as perdas da Coinbase com o subsídio serão irrelevantes diante da eliminação ou redução permanente da fatia de receita.

Renegociar de 2,5% para 0,5% sobre receita anual de sequenciador (>US$74M) economiza mais de US$1,4 milhão por ano para a Coinbase. Um corte único de US$10 milhões no valor do subsídio OP é insignificante.

Instituições não se preocupam com política da Superchain, mas sim com TVL da Base, volume de transações e lucro da Coinbase. Uma renegociação discreta não afetaria as ações COIN, mas seria apenas uma atualização de governança na Optimism e uma margem melhor para o negócio L2 da Coinbase.

5. Receita com contraparte única e opção de saída

O OP ainda não é precificado como ativo com risco de contraparte. Deveria ser.

O token desvalorizou 93% desde o topo de US$4,84 para cerca de US$0,32, com market cap circulante em torno de US$620 milhões. O mercado já reprecificou OP, mas ainda não incorporou o risco estrutural do modelo da Superchain.

A divergência é evidente. O TVL da Base subiu de US$3,1B em janeiro de 2025 para mais de US$5,6B em outubro. A Base lidera. Os detentores de OP não acompanham. A atenção do usuário migrou para a Base, enquanto o OP Mainnet segue atrás em adoção, mesmo com novos parceiros Superchain.

A Superchain parece descentralizada, mas economicamente depende de uma única contraparte, que tem todo o incentivo para renegociar.

Considere a concentração de receita: a Base contribui com mais de 71% de toda a receita de sequenciadores para o Optimism Collective. O OP Mainnet contribui mais porque repassa 100% do lucro, enquanto a Base fica com 97,5%.

Veja a estrutura de retorno assimétrica para detentores de OP:

  • Se a Base permanece e cresce: OP captura 2,5% do crescimento. Base fica com 97,5%.
  • Se a Base negocia para ~0,5%: OP perde ~80% da receita vinda da Base. O maior contribuinte vira irrelevante.
  • Se a Base sai: OP perde o motor econômico instantaneamente.

Em todos os cenários, o ganho é limitado e o risco é aberto. O maior pagador tem toda a alavanca, com opção de saída MIT e token próprio em desenvolvimento para formalizar a governança independente.

Parece que o mercado já precificou que o crescimento da Base não beneficia o OP. O risco de saída — a possibilidade da Coinbase renegociar ou se desvincular da Superchain — ainda não foi incorporado.

Pessoas e projetos relacionados:

@ base

@ coinbase

@ Optimism

@ brian_armstrong

@ jessepollak

@ jinglejamOP

@ ben_chain

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