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Recentemente, o sistema de pagamento energético internacional tem apresentado uma nova tendência que não pode ser ignorada. A Bloomberg reporta que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irão começou a oferecer serviços de “passagem segura” aos operadores de navios-tanque, com pagamentos em yuan ou criptomoedas. Este serviço custa cerca de 1 dólar por barril, para navios-tanque supergrandes com capacidade de até 2 milhões de barris, podendo uma única transação atingir 2 milhões de dólares. A mudança na forma de pagamento, na verdade, representa uma potencial onda de choque na estrutura global do comércio de energia.
Por que esta notícia é importante? O Estreito de Hormuz é uma via crucial para o fluxo mundial de petróleo, com cerca de um quinto do petróleo bruto passando por lá. Antes, o comércio de petróleo era quase totalmente dominado pelo dólar. Desde o colapso do sistema de Bretton Woods, o dólar foi estabelecido como a principal moeda de precificação do petróleo e gás, o que não só facilita o comércio, mas também constitui a base do impacto econômico global dos EUA. A Arábia Saudita e os EUA firmaram um acordo de “dólar do petróleo”, obrigando os países a manter reservas em dólares por meio de um sistema que sustentou a demanda pelo dólar e o funcionamento das finanças americanas por meio de um meio século.
Mas agora, o Estreito de Hormuz está se transformando numa região onde o dólar já não é mais absoluto. O Irão e o Paquistão chegaram a um acordo que permite a passagem de 20 navios-tanque paquistaneses, além de incentivar os principais comerciantes a reregistrar a bandeira dos navios. Após o pagamento, o Irão fornece “códigos secretos” e instruções de rota, exigindo que os navios hasteiem a bandeira de países intermediários, às vezes até mudando a nacionalidade dos navios. Essas operações, à primeira vista, parecem uma forma de evitar sanções, mas na verdade estão impulsionando a implementação de um sistema de pagamento alternativo.
Por que optar pelo yuan? A China é o maior comprador de petróleo do Irão, e o pagamento em yuan não só evita as sanções americanas, mas também dá ao Irão maior controle financeiro. Mas isso é apenas a ponta do iceberg — um sistema financeiro paralelo baseado em yuan e criptomoedas está se formando. Casos semelhantes já aconteceram na Rússia. Após as sanções ocidentais de 2022, a Rússia acelerou o uso do yuan para liquidação de exportações de energia, e até 2025, a participação do yuan nas transações energéticas russas já superou as expectativas. A Bolsa de Valores de Xangai tornou-se uma plataforma de liquidação de contratos de energia em yuan, e o sistema CIPS da China também está crescendo, tornando-se uma alternativa ao SWIFT.
O que essas mudanças significam? A desdolarização do mercado de energia já deixou de ser uma teoria e virou uma realidade. As ações do Irão não representam apenas uma exploração econômica, mas também uma estratégia geopolítica. A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão oferece a diferentes países um sistema de “classificação” que ajusta os termos de acordo com as relações políticas e a lealdade, parecendo mais uma troca de recursos estratégicos do que um serviço comercial comum. Teerã também admite que essa medida não é apenas para atender às necessidades de financiamento de guerra, mas para redefinir o controle das rotas de transporte. Países que pagam taxas de trânsito em yuan estão, na prática, promovendo a internacionalização do yuan; países que concordam em levantar a bandeira do Irão tornam-se beneficiários do novo sistema; e aqueles que recusam participar podem perder importantes canais comerciais.
Atualmente, esse novo sistema de pagamento ainda tem impacto limitado, mas sua existência já é altamente simbólica. A era em que o dólar era a única moeda para transações de petróleo está se desmoronando gradualmente, dando mais opções a compradores e vendedores. Para alguns países, isso significa maior liberdade; para outros, pode trazer mais incertezas e confusão. No futuro, as mudanças na forma de pagamento de energia provavelmente se tornarão um ponto importante na evolução do cenário financeiro global.