Colecionadores ricos revelam sinais de força no mercado de arte—Fora das casas de leilões

Os visitantes são reflectidos numa obra de arte sem título do escultor britânico Tony Cragg durante a Art Basel Paris no Grand Palais, em Paris, a 16 de Outubro.

        AFP via Getty Images
      




    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    


  



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As obras de arte caras e altamentes “towering” podem não estar a ser vendidas a toda a velocidade no momento, mas o mercado da arte está, na realidade, a ir muito bem.

Essa é uma conclusão-chave de um relatório com mais de 190 páginas escrito pela fundadora da Art Economics, Clare McAndrew, e publicado na manhã de quinta-feira pela Art Basel e pela UBS. Os resultados basearam-se num inquérito a mais de 3.600 coleccionadores com 1 milhão de dólares (US$) em activos investíveis, localizados em 14 mercados em todo o mundo.

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