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Recentemente, as notícias do Médio Oriente têm sido bastante intensas. Aqui está um resumo dos pontos-chave destes últimos dias.
1. Sinal de cessar-fogo e conflitos internos
O presidente do Irão, Raisi (moderado), afirmou que está disposto a acabar com a guerra, mas exige garantias confiáveis de que os EUA e Israel não irão invadir novamente. Após esta declaração, os mercados globais subiram bastante. No entanto, pouco depois, o vice-presidente do parlamento iraniano afirmou que, de acordo com a constituição, a decisão de declarar guerra ou paz cabe ao Líder Supremo, e atualmente não há qualquer autorização para negociações. Ou seja, ainda não há uma posição unificada interna, e o que se chama de “cessar-fogo” pode ser apenas uma tentativa de sondar a situação.
2. Ameaças de Trump e ações das forças americanas
Trump afirmou que está “considerando seriamente sair da NATO”, mas na prática, isso é uma estratégia para pressionar os países europeus (que não ajudaram na luta contra o Irão). Na realidade, a saída da NATO é muito difícil para os EUA. Ao mesmo tempo, os EUA continuam a reforçar suas tropas no Médio Oriente, com a chegada de uma terceira porta-aviões, a 82ª Divisão Aerotransportada e a Marinha de Guerra, além do Corpo de Fuzileiros Navais. A força total já chega a cerca de 53 mil soldados. Enquanto pedem um cessar-fogo, estão também a reforçar a presença militar — parece mais uma demonstração de força do que uma retirada real.
3. Preços do petróleo e o Estreito de Hormuz
Os preços do petróleo caíram durante o dia de ontem, mas recuperaram no final da noite, indicando que o mercado ainda está incerto sobre a situação. O Irão afirmou que, futuramente, abrirá o Estreito de Hormuz, mas não para os EUA. Este estreito tem impacto limitado para os EUA, mas é crucial para as importações de energia do Japão (78%), Coreia do Sul (68%) e China (cerca de 40%). Se o Irão usar esta questão como moeda de troca, os principais afetados serão a Ásia e a Europa.
4. Pequena intervenção de Buffett na recuperação do mercado
As ações americanas caíram por dois meses seguidos, e Buffett apareceu para dizer que “tem bastante dinheiro em caixa e que, quando os preços caírem bastante, vai comprar”, dando uma tranquilidade ao mercado. Curiosamente, o Irão primeiro ameaçou atacar filiais de empresas americanas (o que fez as ações despencarem), e logo depois sinalizou que estaria disposto a um cessar-fogo (fazendo as ações subirem). Essa jogada foi apelidada de “fazer uma linha de K”.
Por ora, o Irão moderado quer negociar, mas o Líder Supremo ainda não deu o aval; após o reforço militar, pode ser uma pressão para negociar ou uma preparação real para agir; os preços do petróleo ainda não caíram totalmente, indicando que o cessar-fogo não acontecerá tão cedo. No curto prazo, o mercado oscila bastante com as notícias, e quem investe deve ficar atento.