Ir trabalhar é a forma mais rápida de arruinar uma pessoa.


A essência do trabalho por conta de outrem é que você "vende a grosso" o seu tempo de vida à empresa, e a empresa, através da sua estrutura organizacional, "vende a retalho" os resultados do seu trabalho ao mercado.
Isto significa que você perde a mais importante alavanca de riqueza.
Mesmo que trabalhe 24 horas por dia, o seu ganho tem um limite máximo e apenas cresce linearmente.
Mas o lucro marginal gerado pelos resultados do seu trabalho deveria apresentar crescimento exponencial, no entanto, tudo pertence a quem controla os meios de produção.
Está a usar o seu ativo mais escasso — o tempo não renovável — em troca de moeda fiduciária que está constantemente a desvalorizar-se.
Trabalhar por conta de outrem faz você parecer ocupado todos os dias, mas na realidade apenas está a repetir memorização muscular de alta frequência em baixa dimensão.
Aliás, a sua capacidade computacional cerebral é consumida diariamente por inúmeras reuniões sem significado, pelas palavras certas para relatar aos líderes, e por lidar com os limites entre colegas.
A consequência mais direta disto é:
Quando você chega a casa às 20 horas arrastando um corpo esvaziado, já não tem qualquer energia residual para fazer aprendizagem profunda ou desenvolver atividades paralelas.
Só consegue adormecer vendo vídeos curtos para produzir dopamina barata e se auto-anestesiar passivamente.
O resultado de ter 3 anos de experiência durante 10 anos é — que isto fixará completamente os seus limites cognitivos, perdendo a capacidade de lidar com a complexidade do mundo real.
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