Se o casamento for baseado na escassez e na possessividade, apenas se consumirá repetidamente em conflitos; somente partindo de um despertar interior, com uma atitude de não apego nem disputa, a relação pode realmente estabilizar-se; a dor do ser humano não está nas circunstâncias externas, mas na insatisfação e no apego interior, os problemas externos muitas vezes são apenas projeções do desequilíbrio interno, o que realmente é difícil de superar não é o ambiente, mas a teimosia e os pensamentos ilusórios dentro de si; a mente é apenas uma ferramenta, não o verdadeiro "eu", se for dominada pela mente, ela limitará, atacará e consumirá a si mesma; se for governada por uma consciência clara, ela se tornará uma ajuda na criação e expressão; a dor muitas vezes é uma oportunidade de mudança, quando a pessoa para de buscar externamente e começa a refletir internamente, mantendo a sinceridade e eliminando falsidades, deixando a consciência agir como mestre, a subjetividade retorna, e as relações e a vida podem sair do ciclo de escassez e oposição, caminhando em direção à verdadeira liberdade e plenitude.
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Se o casamento for baseado na escassez e na possessividade, apenas se consumirá repetidamente em conflitos; somente partindo de um despertar interior, com uma atitude de não apego nem disputa, a relação pode realmente estabilizar-se; a dor do ser humano não está nas circunstâncias externas, mas na insatisfação e no apego interior, os problemas externos muitas vezes são apenas projeções do desequilíbrio interno, o que realmente é difícil de superar não é o ambiente, mas a teimosia e os pensamentos ilusórios dentro de si; a mente é apenas uma ferramenta, não o verdadeiro "eu", se for dominada pela mente, ela limitará, atacará e consumirá a si mesma; se for governada por uma consciência clara, ela se tornará uma ajuda na criação e expressão; a dor muitas vezes é uma oportunidade de mudança, quando a pessoa para de buscar externamente e começa a refletir internamente, mantendo a sinceridade e eliminando falsidades, deixando a consciência agir como mestre, a subjetividade retorna, e as relações e a vida podem sair do ciclo de escassez e oposição, caminhando em direção à verdadeira liberdade e plenitude.